Seminário com Charlene Li

25 janeiro 2010

A autora de Groundswell, vai estar no Brasil no

Não a conheço pessoalmente ainda, mas eu já conversei com ela por meio do seu blog e Twitter. Estou com planos de comparecer, porém ainda sem confirmação, dado que estarei trabalhando em um projeto importante (e que vocês saberão via esse blog em breve, e que não é meu 2o. livro).

25 de março de 2010
14h às 18h30

Temas cobertos:

I – Como preparar a sua empresa para utilizar as redes sociais com eficácia
II – Como conectar-se com seus clientes de novas maneiras
III – Inovando com as Redes Sociais
IV – Como liderar uma organização aberta

Ms. Li: please, help us spread the best practices in corporate social media. Therefore, I kindly ask you to erase from the minds of the Brazilian executives the misconception that Social Media equals Marketing!!!


Hipnotizando as massas

31 dezembro 2009

Um sujeito chamado Chris Hughes está prometendo hipnotizar as massas dia 4 de janeiro. O evento, chamado SocialTrance, tem a intenção de quebrar o recorde mundial de hipnose online e trazer níveis de relaxamento nunca antes atingidos para usuários de Twitter e/ou Facebook, e tudo isso via webcast!!!

Tudo o que você precisa:

  • Uma mesa e uma cadeira confortável
  • Computador ou laptop com som e Internet
  • Um local silencioso
  • E entender inglês, é claro…

Vale a informação de que “Trance” é um estado da hipnose onde as pessoas ficam muito vulneráveis a sugestão e persuasão.

Enquanto escrevo essas linhas 2100 pessoas já se inscreveram. Essa eu quero ver… espero que ele não me peça todo meu dinheiro e nem sugestione que eu deva sair de casa pelado…

Outras pessoas online também promovem a hipnose e algumas até ganham dinheiro com isso. Tem o Self-Hypnosis, Free Self-Hypnosis, Conversational Hypnosis, Pense Leve para emagrecer, entre muitos outros. Não conheço, ainda sou cético e, portanto, não recomendo. Fica mais a título de informação.


25 produtos que podem mudar o mundo

10 dezembro 2009

Publicado pela BusinessWeek essa semana, o slideshow que mostra os 25 produtos que podem mudar o mundo é fascinante. Eles incluíram inclusive o SkySails que apresentei aqui no começo de 2008 e um dispenser de bicicletas que cheguei inclusive a usar quando estava na Holanda.

E já que é para falar de slideshows da BusinessWeek, vale uma espiada na lista dos melhores em design em 2009. Nem tem graça com a Apple.

Por que não postei isso no Twitter já que são apenas links?

Porque os posts de blog duram mais e ainda causam mais impacto. Quem me segue nem sempre lê o que escrevo por lá, mas aqui a história é diferente. Abraços!


Batalha nas midias sociais

16 novembro 2009

Li uma notícia na Financial Times já há um bom tempo sobre a batalha travada pelas empresas em busca de atenção no mundo das mídias sociais. Porém a busca de atenção em si não era o mais marcante. O que chamou minha atenção foi o insight de que os grandes grupos controladores de marcas poderosas e conglomerados corporativos complexos, já não estavam preocupados em falar com o público em geral por meio das mídias sociais. Os seus produtos ou linhas de produtos é que estão falando mais alto.

Foram citados exemplos da Ford, a qual já partia para criação de comunidades online para cada linha de veículo, e não mais para a marca Ford em si.

É como se fosse uma tentativa de tribalização dos consumidores de determinada “sub-marca” de algo maior e menos próximo do cliente final.

Isso não é novidade. Os próprios clientes já criaram essa segmentação quando decidiram criar a comunidade de fãs da Barbie no Facebook. Isso também já acontecia em divisões geográficas para empresas multinacionais (Twitter da Empresa EUA, Brasil, Itália, etc.).

Com isso, mídias sociais de um produto podem ser mais bem sucedidos que aqueles de marcas. Pior, colocar a presença de uma empresa nesse contexto ganha mais uma variável estratégica para ser analisada quando da decisão de entrar no vasto mundo social online. Junte essa com a identificação de perfis, escolha do canal social online, tática de métricas para medir o sucesso e preparação da equipe para a empreitada, e você tem um belo cenário complexo e traiçoeiro dos mares sociais.


The Next Web Conference – Dia #2

16 abril 2009

5704989Dia movimentado. Muita polêmica, risadas e muitas frases de efeito durante sessões que falaram de Twitter, Twitter e… bom… Twitter também. E nem tinha essa palavra do cartão de Bullsh*t Bingo do evento. Cazzo!

Mas nem só de Twitter se falou, nos outros 5% do tempo diversas novas empresas deram o ar da graça com seus serviços criativos (quem sabe faço um post para falar das que mais gostei), e também tivemos espaço para palavras interessantes como o “Sharecropping” do Matt “WordPress” Mullenweg, que se traduz literalmente para “arrendatário” em português. Não vou me alongar muito sobre sua apresentação, mas entre muitas frases de outros autores/poetas/políticos, ele explicou que o tal do Sharecropping é exatamente o arrendamento praticado pelas redes sociais que cedem espaço para captar nossos dados em troca de nos conectar a amigos. Ele defendeu que “todas redes sociais precisam abrir os dados dos usuários para eles mesmos, assim poderemos fazer o que bem entendermos com a informação que é nossa e de mais ninguém”. Bem falado.

A propósito, a apresentaçao bacana que mencionei ontem é da Prezi, uma das finalistas do concurso de startups daqui da conferência. O Matt também usou essa plataforma. Minha próxima palestra certamente será com ela. Chique demais! Fica a dica.

O Ricardo Baeza-Yates, VP de research do Yahoo! disse que “as pessoas não querem buscar palavras na web, elas querem resolver seus problemas”. E essa é a filosofia por trás do que o Yahoo! está buscando em suas plataformas de busca com o uso da famosa sabedoria das multidões, já discutido aqui no blog.

Jeff Jarvis, o cheerleader da web 2.0, como foi chamado pelo Andrew Keen logo em seguida, promoveu descaradamente e com eficiência o seu novo livro – What Would Google Do? – sua apresentação (já disponível) falou de três coisas que considerei interessante: “O mercado de massa está morto – longa vida à massa dos nichos”, “Vamos ficar conectados às pessoas para sempre, isso vai ter um grande impacto na sociedade” e por fim o seu exercício de Googlelizar tudo, de restaurantes até automóveis (veja a apresentação a partir do slide 13).

5703952Nosso querido anti-cristo, Andrew Keen, falou um pouco daquilo que vai figurar no seu novo livro. A nova era do individualismo. Com o fim da era industrial o produto, agora, somos nós, as pessoas. Mas, para tirar valor disso, precisamos de uma “reinvenção da sociedade” pois “toda mídia tradicional e atual está f*cked”, segundo suas próprias palavras. “Web 2.0 é uma economia inviável e o Twitter vai enterrar de vez essa brincadeira toda introduzindo a nova cultura do indivíduo como marca”. Ele fez tudo isso divagando sobre a bela pintura holandesa de Johannes Vermeer de uma senhorita vestindo azul imortalizada segurando, lendo e completamente imersa nos dizeres de uma carta (o que poderia ser um iPhone nos dias de hoje – segundo Andrew).

Por fim, Chris Sacca, que esteve acompanhando o evento pelo Twitter antes de pousar em Amsterdam pediu para ser entrevistado pelo próprio Andrew no seu momento. Conversa interessante. Uma das figuras chave da campanha online do Obama foi bem claro em uma das suas respostas: “o que diferencia o sucesso do fracasso são os usuários – são eles quem decidem onde colocam você”. Veja outras perguntas/respostas dessa interação.

Por fim, acho que amanhã não vou postar nada sobre o terceiro dia de conferência, estou saindo de férias e de partida para Espanha e Portugal por 15 dias. Quando voltar e se achar conveniente, vou falar um pouco das startups, mas você pode dar uma fuçada aqui.


Escute. E você será bem recebido na casa de seus clientes

30 março 2009

by Luc LegayMarcas espalhadas pelo mundo: rendam-se às redes sociais por inteiro.

Meio esquisita a afirmação, mas está na hora de começar a perpetuar o conceito na sua estratégia e transformar seus funcionários em “agentes sociais” – todos eles de todos departamentos, especialmente em relacionamento com o cliente.

É imperativo que vocês deixem de pensar que mídia social é só para marketing e publicidade. Hoje no Brasil a mentalidade da maioria das empresas é nessa linha, mas no mundo, marketing social está cada vez mais se tornando apenas mais um elemento dentro da “Estratégia Social” das empresas. Tem muita companhia fazendo um bem danado para seus clientes, o que fortalece muito a marca no mercado porque, acreditem, um cliente satisfeito faz barulho também, não só os reclamões.

Atualmente estamos vivendo o boom do chamado “Social CRM”, que pode ser entendido como extensão de Social Marketing em Social Sales e Social Customer Service. Aqui na Holanda estamos fechando os primeiros contratos de consultoria nessa linha. Mas não paramos por aí. O uso de redes sociais para processos de linha de frente (face-a-face com o cliente) é o mais intuitivo (ferramentas sociais = relacionamento), mas a exploração das redes de colaboração originadas com a criação de comunidades também trará muitos resultados favoráveis para finanças, logística, compras, estratégia e desenvolvimento. Mas não pense que os resultados são obtidos pela monitoração do buzz, os melhores resultados vem da dedicação em tornar sua empresa e seus funcionários em “seres” mais sociais.

A peça central do momento é o Twitter e o Serviço ao Cliente. Hoje mesmo vi a notícia de um banco Australiano que resolveu o problema do cliente em menos de 1 dia depois de uma reclamação do cliente. Essa é a mais recente, mas outras histórias seguem a mesma linha. Tanto que tem uma porrada de gente chamando o Twitter de Social CRM, especialmente o Jeremiah Owyang. Mas isso não é verdade. Estratégia é uma peça fundamental para o relacionamento com cliente e com mídias sociais. Além disso, Social CRM também tem que ter marketing e vendas ao invés de puro serviço ao cliente.

Seja qual for o seu envolvimento com mídias sociais no momento, saiba que parte da sua estratégia precisa começar abrir asas para outras finalidades.

O mais importante que costuma ser ignorado por todos: se sua marca quer ser social, seus funcionários precisam ser sociais. Sua empresa é o que os seus funcionários são.

Fonte da foto.


Social Media University

13 março 2009

De vez em quando vemos esses caras que parecem desocupados, mas que na realidade estão prestando um ótimo serviço para o bem geral das mídias sociais e nossa sociedade web. Lee Aase é um deles. Ele montou uma complexa grade curricular para fundar uma Universidade das Mídias Sociais. E é grátis! Como a grande e vassaladora maioria dos serviços web 2.0 que temos hoje disponíveis na rede.

O público alvo são pessoas completamente leigas no assunto que querem aprender o que são Redes Sociais ou como usar Facebook, Twitter, Yammer e mesmo aprender como blogar. O que faz um bem danado visto que tem muita, mas muita gente de fora desse mundo ainda. Melhor ainda se a página tivesse versões em outras línguas para ajudar a doutrina. Mas por enquanto você pode ir treinando seu inglês também…

Como não pode deixar de ser, a própria universidade é também uma comunidade que estimula conversas e colaboração. Tem um wiki, página no Facebook, RSS e seu chanceler está no Twitter. No final, nem só de alunos é feita a escola, mas de professores também.

Apóio a iniciativa. E espero que vocês também apoiem.


Sobrancelhas e os truques de consumo da Zara

8 março 2009

Olhos @ Stock Xchng - http://www.sxc.hu/Há um mês estava em Londres me divertindo com o hop in, hop off nas lojas de roupa, perfumes e tudo quanto é artigo de interesse do universo feminino. Foi exatamente naquela época que postei um update no Twitter perguntando por que as lojas da Zara não possuem cadeiras para que os maridos possam se sentar e curtir um descanso de vez em quando. Apesar de ainda não ter a resposta dessa pergunta, ao menos eu matei outra.

No meio desse movimento todo, eu não pude deixar de notar um anúncio desses de beleza mostrando claramente que o produto estava relacionado com as sobrancelhas.

Daí eu fiquei pensando porque raios em milhares de anos de evolução humana ainda carregamos isso logo acima dos olhos? Falar que é porque ajuda a ressaltar a expressão dos nossos rostos não é forte o bastante para justificar porque nosso corpo manteve essas duas (às vezes única) faixa no rosto.

Das páginas que li na rede, essa foi a que melhor explicou a razão. Por redirecionar o fluxo de água e suor escorrendo pela testa e deixá-los fora do caminho do olho, a sobrancelha pode ter ajudado muita gente escapar de perigos, selecionando assim a nossa bela espécie. Muito simplório, mas já me dou por satisfeito.

Voltando à Zara, pode ser que a loja esteja tentando provocar uma “seleção natural” em prol da própria espécie ali também. Ao fazer com que os maridos não saiam com suas mulheres para fazer compras – pois não é possível sentar – elas gastariam mais tempo e mais dinheiro sem a supervisão de “terceiros”… Parece-me inteligente.


Enquanto eu estava de férias…

21 setembro 2008

…muita coisa aconteceu. No nosso mundinho online a minha percepção me conta:

- No Twitter todo mundo parece estar escutando ♫ agora. Ainda mais, podem fazer várias coisas… ✈ ☎ ☠

- A Microsoft está fazendo com que todo mundo abra seu peito e fale bem alto “Eu sou um PC“. Os blogueiros estão a mil.

É isso. Tem muito mais acontecendo, mas é isso.


Redes sociais patrocinadas são uma bomba!

1 agosto 2008

Ainda conectado ao estudo sobre a tribalização dos negócios que publiquei na semana passada, via LinkedIn fui redirecionado a um post num blog e depois a um post de um blog do Wall Street Journal e ao artigo do ReadWriteWeb.

As conclusões a que os artigos chegaram (e a pesquisa também) é que comunidades virtuais patrocinadas por empresas são um desperdício de dinheiro. Mas também especularam bastante sobre os resultados.

Eu acho que a falta de informação prevalece, mas gerenciar uma rede social inteira e esperar que os clientes, além de usar Orkuts e LinkedIns da vida, também usem a rede da empresa, é um pouco complexo demais para ser verdade. E se as empresas pudessem criar um perfil nessas redes?

Mesmo nos blogs os comentários estão se distanciando e caindo no Twitter, FriendFeed, etc. Já está ficando difícil hospedar uma discussão somente no seu mundinho.

Legal também é ler os comentários nos dois últimos blogs mencionados acima. Grandes exemplos de blogs funcionando a pleno vapor que até soa contraditório com os resultados da pesquisa e com minha afirmação anterior.

Vale a pena contrapor também os resultados da pesquisa mencionada acima com a pesquisa da McKinsey que publiquei no Blog Corporativo hoje.


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Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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