Escute. E você será bem recebido na casa de seus clientes

30 março 2009

by Luc LegayMarcas espalhadas pelo mundo: rendam-se às redes sociais por inteiro.

Meio esquisita a afirmação, mas está na hora de começar a perpetuar o conceito na sua estratégia e transformar seus funcionários em “agentes sociais” – todos eles de todos departamentos, especialmente em relacionamento com o cliente.

É imperativo que vocês deixem de pensar que mídia social é só para marketing e publicidade. Hoje no Brasil a mentalidade da maioria das empresas é nessa linha, mas no mundo, marketing social está cada vez mais se tornando apenas mais um elemento dentro da “Estratégia Social” das empresas. Tem muita companhia fazendo um bem danado para seus clientes, o que fortalece muito a marca no mercado porque, acreditem, um cliente satisfeito faz barulho também, não só os reclamões.

Atualmente estamos vivendo o boom do chamado “Social CRM”, que pode ser entendido como extensão de Social Marketing em Social Sales e Social Customer Service. Aqui na Holanda estamos fechando os primeiros contratos de consultoria nessa linha. Mas não paramos por aí. O uso de redes sociais para processos de linha de frente (face-a-face com o cliente) é o mais intuitivo (ferramentas sociais = relacionamento), mas a exploração das redes de colaboração originadas com a criação de comunidades também trará muitos resultados favoráveis para finanças, logística, compras, estratégia e desenvolvimento. Mas não pense que os resultados são obtidos pela monitoração do buzz, os melhores resultados vem da dedicação em tornar sua empresa e seus funcionários em “seres” mais sociais.

A peça central do momento é o Twitter e o Serviço ao Cliente. Hoje mesmo vi a notícia de um banco Australiano que resolveu o problema do cliente em menos de 1 dia depois de uma reclamação do cliente. Essa é a mais recente, mas outras histórias seguem a mesma linha. Tanto que tem uma porrada de gente chamando o Twitter de Social CRM, especialmente o Jeremiah Owyang. Mas isso não é verdade. Estratégia é uma peça fundamental para o relacionamento com cliente e com mídias sociais. Além disso, Social CRM também tem que ter marketing e vendas ao invés de puro serviço ao cliente.

Seja qual for o seu envolvimento com mídias sociais no momento, saiba que parte da sua estratégia precisa começar abrir asas para outras finalidades.

O mais importante que costuma ser ignorado por todos: se sua marca quer ser social, seus funcionários precisam ser sociais. Sua empresa é o que os seus funcionários são.

Fonte da foto.


Conteúdo gerado por empresas

29 abril 2008

Key to company visibility - Mauro Lupi presentationSopa de letrinhas para classificar o caos de informação que encontramos na internet hoje. Depois de User Generated Content (UGC) e Employee Generated Media (EGM), me deparei ontem com o EGC (Enterprise Generated Content).

Parece brincadeira, mas esse tal de “Conteúdo gerado por empresas” faz realmente sentido.

Nas tentativas de ganhar visibilidade no mercado, as empresas sempre criaram dois tipos de fonte de informação sobre ela: Publicidade e Conhecimento. No começo só a publicidade imperava com mais força, com uma pequena ajuda do marketing boca-a-boca dos clientes satisfeitos (reconhecimento por conhecer vantagens da marca). Mas com a quebra das barreiras de comunicação, o conhecimento passou a ser uma interessante forma de fazer com que sua marca seja reconhecida no mercado. Conhecimento hoje em dia é o conteúdo gerado pela empresa para obter reconhecimento.

As empresas passaram então a dar mais importância para a geração de conteúdo e públicar artigos em websites, slides no slideshare, posts em blogs corporativos, e qualquer outra forma de contribuição que ao mesmo tempo eduque os clientes e elucide a marca. A web 2.0 trouxe uma série de plataformas para viabilizar essa geração incontrolável de conteúdo.

O slide da apresentação do Mauro Lupi acima descreve o que ocorre. Que tipo de visibilidade a empresa pode ter com o mercado? – Resposta: a paga e a conquistada.

No final, nós, meros consumidores teremos que conviver com o oceano de bits que compõe a internet. No final (ou seria hoje?), não somente as empresas precisarão de peneiras, conforme descrevi nesse artigo, todos nós precisaremos de peneira, filtro solar e sombra. Porque a peneira não tampa o sol.

Peneira versus Esponja


Não é a mídia que importa, mas os modos

1 novembro 2007

O artigo de Rick Milenthal na Advertising Age apresenta um conceito conhecido que relaciona publicidade ao estado, o modo em que seus clientes se encontram no momento do bombardeamento da mensagem. Ele acredita que os consumidores não abandonaram a publicidade de vez, e afirma que adequando a mensagem ao estado de comportamento do cliente pode fazer a diferença.

Ele identifica seis principais modos/estados em que os consumidores se encontram dependendo do que estejam buscando naquele momento (leia detalhes no artigo):

  1. ENTRETENIMENTO
  2. INFORMAÇÃO
  3. DESCOBERTA
  4. CONECTANDO
  5. COMPARTILHANDO
  6. EXPRESSANDO

Exemplo: Se os consumidores estão buscando entretenimento, eles querem ser entretidos. Se estão buscando conhecimento, eles querem informação. Se eles querem compartilhar, descobrir ou se expressar, eles querem que você viabilize isso.

O objetivo não é introduzir uma idéia blockbuster para o profissional de marketing, mas passar o recado de que com os novos canais de comunicação, é preciso também adequar a filosofia por trás das mensagens que buscam, de alguma forma, conquistar a preferência do mercado.


Revolução na comunicação – Novas profissões = Novas competências

4 outubro 2007

(c) Yotophoto.comNo mês passado quando comentei sobre reputação corporativa, mencionei o fato de as empresas estarem mais sensíveis a ataques ou problemas por causa da internet, mais ainda por conta dos blogs e comunidades virtuais.

Percebo que com a onda da web 2.0 e do wikinomics começaram a aparecer diversas agências ditas especializadas em webmarketing da nova geração da web. Pior, diversos profissionais se improvisam como consultores de blogmarketing.

Toda profissão está sujeita a sofrer mudanças por conta da prosperidade. A comunicação social e o marketing são algumas das tantas profissões existentes que estão sofrendo mudanças bruscas nesse contexto.

É importante estar atento, porém, às competências necessárias para manter a excelência nos serviços prestados no cenário 2.0.

Exemplo:

Dizer-se conhecedor da tecnologia e das plataformas de gestão de conhecimento como os blogs não basta para se auto-denominar um blogmarketeiro, é necessário saber gerir a complexidade da reputação (seja da empresa ou pessoal) nas novas mídias sociais.

Diversas são as competências necessárias para ser um verdadeiro marketeiro ou comunicador da nova geração. A publicidade televisiva em tempos de YouTube, os mash-ups, a wikiconomia, juntamente com outros neologismos da nova geração da internet exigem muito mais do neoprofissional do que podemos inicialmente imaginar.


Hora de repensar a publicidade televisiva

2 outubro 2007

Firebrand vem aí. Tem quem ache que vai pro saco e quem ache ambicioso. Será um tipo de YouTube mantido por empresas, as quais divulgam seus comerciais no portal.

As empresas precisarão criar comerciais que valem a pena serem postados, tanto para a própria marca quanto pela sobrevivência do novo portal. Será que vai?


Tabela de termos de branding e marketing

26 setembro 2007

branding elementsA Kollbrener, uma agência de marketing americana, preparou com zêlo uma tabela “periódica” dos termos relacionados a marketing e branding.

Muito instrutiva e bastante completa. Cobrindo todos os termos relacionados com publicidade, marketing, entre outros.

Clique na figura.


Autor

17 julho 2007

Fábio Cipriani – e-mail

Atuação e Formação

- Consultor Empresarial – Deloitte Netherlands

– Cliente, mercado e relacionamento
– Estratégia Corporativa
- Excelência Operacional

- Post-laurea in Economia & Management delle Piccole Medie Imprese

Università degli studi di Torino – Itália

- Master of Science in Wireless Systems

Politecnico di Torino – Itália

- Engenheiro Eletrônico

Universidade de São Paulo – São Carlos

Áreas de Interesse

- Criatividade e Inovação
- Ciência e Tecnologia
- Engenharia de Ofertas e Produtos
- Estratégias de Competitividade
- Marketing e Publicidade


Espírito do tempo em 2007

18 maio 2007

A agência de publicidade americana JWT nos indicou em uma lista as 70 principais tendência que devemos ficar de olho em 2007.

Entre no Zeitgeist e visualize os principais itens listados pela agência:

1. Skype/VoIP
2. Wii e a próxima geração de games
3. O negócio das redes sociais
4. Lojas, restaurantes e bares pop-ups
5. Tecnologia Shrinky Dink (TVs são planas e ocultas, iPods estão mais leves, alto-falantes são menores e menos visíveis, etc.)

Fonte: Endless Innovation.


A ilusão da publicidade…

10 maio 2007

Ilusão

Fonte da foto


Web 2.0 – Uma apresentação

13 fevereiro 2007

Você já está de SACO CHEIO de ouvir falar de web 2.0. Já sabe o que é e o que faz. Já leu mais de 20 vezes o conceito da bagaça na página da O’Reilly (tida como a autora do termo). MAS

… ainda não sabe sua aplicabilidade e suas principais implicações em temas como streaming, messenger, VOIP, publicidade, marketing, entre outras áreas… não sabe que BLOGS são o ápice desse movimento…

Não arranque seus cabelos.

Leia a pesquisa da Universal McCann e depois fala comigo. Eu te escuto, porque isso aqui é web 2.0.

p.s. desculpe. Não sou 2.0, sou 1.98 porque estou afogado em trampo e, sinceramente, devo demorar a responder seus comentários sempre pertinentes.

p.s.2 desculpas sux.


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Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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