É com grande satisfação que apresento ao Brasil a pesquisa “Mídias sociais nas empresas”, liderada por mim e conduzida pela Deloitte e nossa equipe de consultores. Ao longo dos meses de fevereiro e março de 2010, pouco mais de 300 empresas responderam o questionário e visitamos 10 empresas para mapear suas práticas em mídias sociais. Foram elas: Accor Hospitality, Azul, Boehriger Ingelheim, Bradesco, Editora Globo, IBM, Natura, Nokia, Roche e Tecnisa.
É a primeira vez no Brasil que teremos acesso a um panorama completo de como as empresas brasileiras estão se comportando nesse contexto de relacionamento com o novo cliente “social”.
Não quero adiantar aqui nenhum resultado para que você se sinta tentado a entrar no website da Deloitte e fazer o download. Existem duas opções: relatório completo ou apresentação sumarizada que apresenta a oferta de serviços de consultoria estratégica em mídias sociais.
Me deparei com algumas coisas super bacanas hoje e quero compartilhar com vocês. Na verdade você pode entender isso como uma recomendação sendo que no segundo caso (do livro) eu nem sequer lí o dito cujo. O que prova ainda mais que uma recomendação pode partir de um estímulo ínfimo.
Primeiro ‘assista’ essa apresentação da Universal McCann com o título ‘Quando começamos a confiar em estranhos?‘. Gostei bastante dos insights.
Depois, se você é marketeiro ou gosta do tema, você pode se aventurar pelo livro do Martin Lindstrom que está sendo lançado hoje, dia 21 de outubro (já encomendei o meu). Com o título ‘Buyology: Truth and Lies About Why We Buy‘. Para quem precisa de evidências empíricas para acreditar nos achados desse livro, saiba que o Martin conduziu um projeto de pesquisa de mais de 3 anos e 7 milhões de dólares antes de escrevê-lo. Ele conta com o apoio do Paco Underhill do bestseller Vamos às compras!.
A Deloitte lançou no final da semana passada um estudo sobre a Tribalização dos negócios. Várias empresas que utilizam comunidades virtuais foram entrevistadas e os resultados apresentam um mix de idéias e melhores práticas. Como era de se esperar, muitas dessas iniciativas de colocar uma comunidade online dentro de uma empresa falham.
Hoje mesmo estava comentando sobre um comentário feito no meu post Além dos Blogs no blog do meu livro. O assunto era: mantendo sua base de usuários na sua rede social e a possível bolha da web 2.0. A coisa ia mais ou menos na linha da álgebra (sem números):
Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso
Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip
ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo
-ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam