O mundo dos mundos virtuais sociais

2 abril 2010

Vivemos em um mundo repleto de outros mundos virtuais onde pessoas se relacionam, conversam, brincam e se divertem. Nesses mesmos mundos pessoas se magoam, se deprimem, brigam, roubam, matam e se matam no mundo virtual e algumas vezes no real. Parece nosso mundo real, é, aliás, um espelho do nosso mundo real. Ser social é inerente ao ser humano.

A tecnologia social que aproxima as pessoas pelo meio virtual também pode afastar as pessoas no mundo real. Hoje já testemunhamos casais de jovens que quando sentam para uma refeição em um restaurante quase não mais se conversam. Cada qual vive imerso em seu smartphone. E o caminho da mudança ainda promete muitos outros impactos na nossa sociedade cada vez mais dependente da tecnologia e da rapidez. Em poucos anos as redes sociais serão como o ar que respiramos? Ou estando em todos os lugares serão como um saco plástico que sufocará e apagará o calor humano?

Não quero parecer catastrofista. Mas não consigo evitar o pensamento uma vez que ainda não vemos um basta no fim do túnel. Vem-me a mente uma palestra do Professor Romeo Busarello, também Diretor de Internet da Tecnisa. Nos primórdios do mundo as pessoas se sentavam em círculos, com o rádio sentaram em U, com a TV formaram uma linha horizontal de frente para ela, com o computador se sentam sozinhas para interagir com o mundo online, e agora que os smartphones entram em cena, temos o mundo na palma da mão. Todas essas formações absorviam nossa atenção, de pessoas, fomos a objetos onde ouvíamos ou víamos pessoas, e voltamos a conversar com as pessoas, só que por meio de uns e zeros, digitalmente.

Lembro-me também do desenho animado Wall-E, da Pixar, com todos aqueles humanos gordinhos e sem mobilidade por causa de décadas vividas confinadas dentro de uma nave espacial nos confins do universo. Cada um no seu computador pessoal. Previsão do futuro?

Privacidade? Com redes sociais acessíveis na palma da mão e a localização via GPS, novas redes sociais começam a surgir com a possibilidade de dizer a todos no mundo virtual qual é a sua exata localização. Somando isso ao seu perfil com dados pessoais e preferências, temos uma ficha completa e em tempo real das pessoas. As implicações são ilimitadas porque no nosso mundo desenvolvemos tecnologia rapidamente, mas o ritmo da ordem, das regras, segue atrasado, em passos lentos e interferentes com a liberdade de expressão.

Talvez não exista motivo para se preocupar. Existem os exageros, mas também podemos considerar que há de haver um balanço. Um bom senso que limita a vida sedentária trazida pela tecnologia com o bem estar da mente e do corpo, exercícios físicos e saúde. Temos que pensar na perpetuidade da raça humana.

Preocupa-me, no entanto, se esse bom senso for o mesmo que aquece o planeta ano após ano, se esse bom senso for o mesmo que aumenta o número de divórcios ano após ano, se for a busca pelo lucro máximo ao invés do ótimo.

Somos atores principais e coadjuvantes de um teatro chamado planeta Terra, aproveite! Aproveite porque parece que o espetáculo está terminando.




Batalha nas midias sociais

16 novembro 2009

Li uma notícia na Financial Times já há um bom tempo sobre a batalha travada pelas empresas em busca de atenção no mundo das mídias sociais. Porém a busca de atenção em si não era o mais marcante. O que chamou minha atenção foi o insight de que os grandes grupos controladores de marcas poderosas e conglomerados corporativos complexos, já não estavam preocupados em falar com o público em geral por meio das mídias sociais. Os seus produtos ou linhas de produtos é que estão falando mais alto.

Foram citados exemplos da Ford, a qual já partia para criação de comunidades online para cada linha de veículo, e não mais para a marca Ford em si.

É como se fosse uma tentativa de tribalização dos consumidores de determinada “sub-marca” de algo maior e menos próximo do cliente final.

Isso não é novidade. Os próprios clientes já criaram essa segmentação quando decidiram criar a comunidade de fãs da Barbie no Facebook. Isso também já acontecia em divisões geográficas para empresas multinacionais (Twitter da Empresa EUA, Brasil, Itália, etc.).

Com isso, mídias sociais de um produto podem ser mais bem sucedidos que aqueles de marcas. Pior, colocar a presença de uma empresa nesse contexto ganha mais uma variável estratégica para ser analisada quando da decisão de entrar no vasto mundo social online. Junte essa com a identificação de perfis, escolha do canal social online, tática de métricas para medir o sucesso e preparação da equipe para a empreitada, e você tem um belo cenário complexo e traiçoeiro dos mares sociais.


Vida Digital

9 agosto 2009

Ontem a noite estava folheando as páginas da revista Veja dessa semana que fala sobre a vida digital e o quanto ela está mudando o cérebro, os costumes, os comportamentos, etc, etc, etc…

Aí meu irmão me mandou esse vídeo sobre um incêndio em um dormitório de estudantes em Nova Iorque e as evidências que ajudaram encontrar a causa. Ainda bem que nem perdi tempo lendo a reportagem da revista…


Novo conceito pede novos perfis e especialidades

7 abril 2009

No post anterior eu disse que se sua empresa quer ser social no contexto da internet, seus funcionários precisam ser sociais dentro do mundo das mídias sociais. Sendo assim, vamos conhecer alguns tipos de trabalho e posições que surgiram nas empresas para cobrir a falta de conhecimento em mídias sociais (links levam às fontes):

Lembrei de uma resenha que fiz sobre o filme Blade Runner nos idos dos tempos dourados de faculdade em São Carlos. Falava da tecnologia e os impactos na economia. Coisas básicas cobrindo a “Mão Invisível” e os ciclos econômicos do Schumpeter. Na precariedade da internet naquela época o trabalho rendeu algumas gotas de suor, mas aprendi. E foi um dos melhores trabalhos que já fiz com uma das menores notas que já tive (thanks minha cara e boring teacher) – mas aprendi.

Aprendi que, sim, muita gente vai perder o emprego na nossa relativa recém-nascida era digital, como é no caso mais recente na editora mais antiga do mundo. E aprendi também que educação e adaptação de métodos de se fazer negócios são as melhores formas de se reverter cada um desses ciclos doloridos, o que nos leva a concluir (tente imaginar o ciclo na sua cabeça) que novos empregos e oportunidades surgirão (vide referência acima).

Bonito.

Volte no tempo e leia outro post sobre inovação relacionado a esse.


Internet é o melhor exemplo de serendipidade

17 fevereiro 2009

Artigo do Ethevaldo Siqueira publicado no Estadão essa semana indicado a mim pelo @Busarello (obrigado).

[Vou pular a definição do termo - você pode ler aqui do lado direito do blog]

[...] Minha última experiência de serendipidade ocorreu há duas semanas na internet, quando lia meus e-mails. Ao abrir a newsletter diária do site Slashdot.org, me deparei com a notícia da descoberta de uma técnica ultrassofisticada que poderá, talvez, levar à construção de memórias milhões de vezes mais poderosas do que as atuais, capazes de armazenar numa pastilha de alguns milímetros quadrados todo o conteúdo dos 60 milhões de livros da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

A notícia dizia que pesquisadores da Universidade de Stanford, valendo-se de um modelo de holograma quântico, conseguiram armazenar as letras “S” e “U”, sob a forma de dados, codificados a uma taxa de 35 bits por elétron. Se confirmada cientificamente, essa conquista mudará radicalmente a ideia hoje corrente entre os cientistas de que a representação de dados atinge seu limite quando um átomo representa um bit.

Nesse ponto, o que me preocupava era saber o que é holograma quântico. Em minha garimpagem pela rede, logo me deparei com outra notícia de cientistas da Universidade de Maryland que conseguiram transferir informação de um átomo carregado eletricamente para outro, como numa mágica, sem cruzar o espaço de um metro que os separavam. Imagino, então, que um holograma quântico seja uma espécie de teletransporte de partículas menores do que o elétron.

Insatisfeito, prossegui na pesquisa sobre esse tipo de holografia na versão eletrônica da enciclopédia Britannica – que, aliás, nada registra sobre o assunto. Na Wikipedia (em inglês, francês e português) achei diversos artigos interessantes. Finalmente, fui ao Google e encontrei quase 6 mil referências sobre o tema. O melhor artigo que li sobre holograma quântico, no entanto, foi o do professor Renato Sabbatini, da Unicamp, no link.

Essa pesquisa sobre holograma quântico me levou ao site do astronauta norte-americano Edgar Mitchell, o sexto homem a pisar o solo lunar, que estuda o tema há mais de 30 anos. Quando retornava à Terra, Mitchell viu uma luz verde-azulada intensa que cortava o fundo negro do universo. “Aquela visão – conta o astronauta – teve o efeito de um raio que mudou minha cabeça e minha vida para sempre. Desde então, dedico todo o meu tempo e esforço a compreender a natureza metafísica do universo.” (http://www.edmitchellapollo14.com/naturearticle.htm)

O SHOW DA TERRA

O leitor deve conhecer o novo Google Earth, uma ferramenta de busca surpreendente da internet hoje. Associado ao Google Maps, ele faz uma coisa admirável: transforma a Terra em um espetáculo cotidiano. Nunca pensei que um dia pudesse esquadrinhar cada cidade do mundo, aglomerados urbanos, chagas de desmatamento nas maiores florestas, comprovar a poluição marinha, rever a pequena fazenda de café e a vila de Aparecida de Monte Alto, onde passei minha infância.

Com o Google Earth, visitei dezenas de locais interessantes e famosos deste mundo e aprendi nos últimos meses mais geografia do que em todos os cursos formais que já fiz. Mergulhei no fundo dos oceanos, sobrevoei a massa de arranha-céus de Manhattan; visitei a Praça Vermelha, em Moscou; a Étoile, em Paris; o mercado de peixe de Tsukiji, em Tóquio; e o Lago Baikal, na Sibéria.

Com o Google Latitude, disponho de coordenadas terrestres em todos os mapas, o que me permite localizar pessoas via telefone celular ou GPS. O que me assusta é pensar o que será de nossa privacidade?

ENCICLOPÉDIAS

Outra forma deliciosa de serendipidade é navegar em qualquer grande enciclopédia, como a Britannica, a Larousse, a Spasa Calpe e a Wikipedia. Tenho paixão por esses repositórios do conhecimento humano.

Li na semana passada a notícia da descoberta de um pequeno erro da Wikipedia, edição alemã, na biografia do novo ministro da Economia da Alemanha, Von und zu Guttenberg, descendente do famoso inventor da imprensa. Seu nome completo é: Karl Theodor Maria Nikolaus Johann Jacob Philipp Franz Joseph Sylvester Freiherr von und zu Guttenberg. Alguém, contudo, introduziu por brincadeira, depois de Philipp, mais um nome: Wilhelm. O ministro não teve dúvida: comunicou-se logo com os grandes jornais e sites de TV alemães que haviam consultado a Wikipedia e pediu que corrigissem seu nome. E pediu que o chamassem apenas de Karl-Theodor zu Guttenberg.


Sobrevivendo na era do conteúdo infinito

27 outubro 2008

É uma inundação de informação na rede hoje em dia. Tem horas que olho para minha lista de feeds e imagino que não existe cérebro humano capaz de absorver tamanha quantidade de dados. É aterrador. Por muitas vezes é inevitável não se sentir medíocre, pequeno, ou pior, ignorante.

Existem 3 possíveis atitudes: ou afundamos, ou nadamos, ou construímos um barco.

  • Afundando significa tentar absorver tudo ao mesmo tempo e não sair do buraco. Quando se está num buraco o fluxo de informação entra como uma cachoeira. Bloqueia a saída. Para evoluirmos precisamos transmitir mensagens também. Comece por ignorar parte do exagero, não vai te fazer falta e vai te dar fôlego para reagir.
  • Nadar é algo que gosto de fazer. É navegar na imensidão da informação em busca de títulos interessantes ou mesmo abrir artigos sorteados para ver se o achado oferece um pouco de serendipidade. Não é legal se esticar muito nessa prática porque, apesar de divertida, oferece uma armadilha de viver perdido em sonhos. Na verdade, no sonho de que boas idéias virão sem esforço.
  • Fazer um barco é a melhor opção mas é a mais complicada. Somente a combinação da estratégia correta e ferramentas especializadas podem ajudar nesse caso. Fazer um barco é o que as empresas da web estão tentando fazer hoje em dia para facilitar o trabalho de muitos nadadores e náufragos. Fazer um barco é o que enriqueceu muitos dos grandes nomes da internet hoje. Fazer um barco é a linha que separa aqueles que conseguem bons insights da rede daqueles que apenas a usam como entretenimento. Lembre-se: se você tem um barco você pode cobrar para transportar passageiros.

E então? Qual vai ser a sua escolha?


E-mail recebido diretamente do passado

28 junho 2008

Este é o conteúdo do email que escrevi há 3 anos e recebi na minha caixa de mensagens na última sexta-feira dia 27 de junho de 2008:

The following is an e-mail from the past, composed on Monday, June 27, 2005, and sent via FutureMe.org
- – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - – - -

Dear FutureMe,

Este é um e-mail que foi enviado em 27 de junho de 2005 para você mesmo.

Lembra-se disso?

Não, não lembrava disso. Porque você não me conta o que estava rolando nesse dia? Onde você estava e tal… Pena eu não ter colocado alguma coisa de interessante para que eu pudesse sentir nostalgia, ficar feliz/triste ou mesmo fazer uma comparação banal. Nem pude reviver uma emoção ou um sentimento 2 vezes.

Com base no meu erro, entre no site e mande agora mesmo uma mensagem para o seu futuro. Lembre-se que isso é um link que você está criando, portanto seja mais criativo que eu e mande uma mensagem decente.


Popularidade dos blogueiros não significa credibilidade

20 junho 2008

Falou tá falado

Todos confiamos nas indicações de amigos próximos ou da própria família para o consumo de novos produtos ou serviços. Isso faz parte de uma relação de confiança conquistada pela proximidade, mesmos ideiais, conhecimento das nossas preferências, e assim por diante. Acredito que nenhuma ação de marketing, tanto online quanto offline, jamais conseguirá ter o mesmo poder de persuasão. Seria o mesmo que dizer que uma companhia tem uma marca fortíssima, um porto seguro, e consegue enxergar o que você necessita nesse exato momento. Para começar quase nenhuma empresa “conversa” com seus clientes, não são onipresentes, e nós todos temos uma certa aversão a acreditar no que eles dizem por experiências próprias.

Se você teve problema eu também vou ter

Em uma segunda categoria de confiança está o testemunho de consumidores que passaram pela experiência de consumo antes. Eles dividem suas impressões e opiniões sobre o que ocorreu na internet ou em sua comunidade e, de uma forma mais amena, influenciam a decisão daquele que quer gastar. O grande abismo que separa isso de uma indicação de amigo/família é a capacidade de proativamente indicar produtos que você provavelmente está precisando mas não se deu conta ainda.

Ambos casos acima tem uma peculariedade semelhante: credibilidade.

Sendo assim, o que dizer de empresas que utilizam blogueiros influentes para divulgar seus produtos? São eles mais críveis do que pensamos?

Para responder, a firma de pesquisas Pollara divulgou uma pesquisa em abril/2008 sobre o uso de blogueiros famosos na divulgação de propagandas. O lance é que a bola deles não está tão cheia segundo a pesquisa. Depois eu vi, do lado oposto, a recente pesquisa da Forrester divulgada no último dia 12 dizendo que os marketeiros devem ficar de olho nos usuários mais ativos dentro das redes sociais, pois são eles que poderão ter uma voz de comando mais significativa.

Um ponto para cada lado.

Pausa para reflexão (necessária nesse mundo “informaçãoníaco“).

Se você acompanhou o raciocínio não é difícil entender que os dois cenários mais acima são de fato mais influentes que os próprios blogueiros influentes (os quais nem sempre são nossos amigos ou consumiram o produto por livre vontade e tiveram uma autêntica experiência). Mas cada um tem o seu papel. O blogueiro famoso sempre será mais convincente que um anônimo. E mais, os blogueiros são o que as empresas encontraram e que estão mais próximos dos consumidores no momento.


Princípio da Precaução

11 junho 2008

Ano passado estava falando que a internet é um ruído documentado. Citava o exemplo do uso de telefones celulares e possíveis consequencias para a saúde. Uma hora dizem que celular é inofensivo, na seguinte dizem que é causador de problemas como o câncer. O meu foco desse post anterior era na capacidade de filtrarmos as informações e não acreditarmos em tudo que lemos.

Discutindo com meu pai outro dia, o qual assistiu uma palestra sobre radiações eletromagnéticas e efeitos na saúde, resolvi voltar ao assunto para falar do Princípio da Precaução que ele contou pra mim.

Segundo definição da Comunidade Européia, agimos com precaução quando temos:

  • Casos em que os dados científicos sejam insuficientes, pouco conclusivos ou incertos.
  • Casos em que um exame científico preliminar revele que se pode razoavelmente recear efeitos potencialmente perigosos para o ambiente e para a saúde das pessoas e dos animais bem como para a sanidade vegetal.

No caso dos celulares e demais emissores de ondas eletromagnéticas, a Resolução de Benevento demonstra a decisão de se adotar uma postura precaucionária em relaçao a essa questão.

Só queria adicionar mais uma variável para se pensar a respeito. Especialmente para quem se interessa na tal da vigilância epistêmica.

Princípio da Precaução - bendib.com

Fonte da Imagem (aliás muito bom): Bendib


Títulos devem ser bem escritos

1 junho 2008

[[ Se você manja tudo de internet seja paciente - estou sendo didático nesse post ]]

Quando um blogueiro ou jornalista termina de escrever seu texto, ele precisa sempre decidir qual será o título do seu post, artigo ou notícia. Isso me remete ao colégio durante as aulas de redação, onde escolhíamos o título do texto após escrever ou dávamos uma revisada no título escolhido antes para deixar o leitor mais interessado.

O tempo passou e, o que antes era escrito à mão ou publicado em papel, hoje é publicado em blogs e páginas online. Cada post ou artigo passa a aparecer então como uma lista de posts ou lista de artigos na página e até mesmo em feeds RSS.

Os títulos são lidos pelas ferramentas de busca (por meio dos robôs) e acabam sendo referência de palavras-chave durante a busca. Por isso é importante que o título seja atrativo – ele é o primeiro retorno quando você busca alguma coisa na rede.

Segundo, e por isso escrevo esse post, eu disse que o título aparece em listas de artigos ou em leitores (agregadores) de RSS como o Google Reader. Quem usa um agregador geralmente “assina” o conteúdo de dezenas ou mesmo centenas de blogs e sites de notícia. Pior. Quem usa o agregador acaba tendo sua produtividade atrapalhada pela imensidão de coisas a ler, assim, ele só lê aquilo onde o título interessa mais.

Sim, o mundo exige cada vez mais das pessoas porque as próprias pessoas estão falando mais alto (com a internet e os blogs todo mundo tem um palanque). Como tudo na vida, se você quer se destacar, você tem que trabalhar mais. Portanto, se você quer atrair leitores, você tem que ser autêntico na escolha do título. Depois na qualidade do conteúdo.

Se você não fizer assim, seus concorrentes ganharão a atenção do público.

Comparação básica entre três jornais:

IDGNow!
Jornais da Bélgica pedem indenização de US$ 77,5 milhões ao Google

INFO Online
Belgas vão à Justiça contra Google News

O Globo Online
Jornais querem indenização de US$ 77 milhões do Google News

Qual você escolheria se você estivesse passando os olhos pelos títulos. O mais curto é mais fácil de ler na minha opinião, mas eu acabei lendo o terceiro. Qual você escolheria?

Escolha do título significa tráfego para seu site (principalmente caso não mostre a notícia inteira no feed, apenas uma lista) e consequentemente mais cliques em anúncios, mais notícias lidas com você, mais possibilidade de conquistar leitores ou clientes.


Página 1 de 912345...Última »

Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

Você tem serendipidade?
Leia um post aleatório

Categorias

Compre o livro

Assine este blog

Digite seu email:

Drops Twitter

Top Comentários

Top 5 Leitores com mais comentários no ano:

  • Gratuidade (2)
  • Alan (1)
  • Gilberto Pavoni Jr. (1)
  • Chan (1)
  • Maurício Bastos (1)
  • Calendário

    setembro 2010
    S T Q Q S S D
    « mai    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    27282930  

    Arquivos

  • 2010 (5)
  • 2009 (41)
  • 2008 (91)
  • 2007 (115)
  • 2006 (146)
  • 2005 (111)
  • Diversos



    Geo-Serendipidade
    GeoURL
    Technorati





    Creative Commons License
    Obra licenciada pela
    Creative Commons

    Palavras soltas

    Livros Indicados

    Links

    Ajude!

    Filantropia.org

    Atos Instintivos

    O que são “Atos Instintivos” ?
    Aqui estão sendo mostradas as fotos de Atos Instintivos.