Encerramento deste blog

31 maio 2011

Caro amigo leitor, com a aproximação do lançamento do meu segundo livro: “Estratégia em Mídias Sociais – Como romper o paradoxo das redes sociais e tornar a concorrência irrelevante“, eu decidi reunir os meus dois blogs: Blog Corporativo e Serendipidade em um único endereço que passará a ser:

http://www.fabiocipriani.com

Todos os posts deste blog já foram transferidos para este novo endereço e o novo feed RSS é http://feeds.feedburner.com/FabioCipriani. Fique a vontade para alterá-lo. Para facilitar, eu vou substituir a fonte do RSS dos meus dois blogs originais diretamente no Feedburner, assim, não se faz necessário alterar o endereço no seu leitor de feeds. Além disso, os comentários neste blog serão desativados.

Obrigado a você que acompanhou os posts nesses últimos anos e espero vê-lo no novo endereço!


Lançamento do livro Estratégia em Mídias Sociais

2 maio 2011

Veja convite no Facebook.

Paradoxalmente, as mídias sociais são mais complexas do que as empresas imaginam.

A forma como elas são vistas e comunicadas hoje nos passa uma ideia de que resultados rápidos, eficientes e sem esforço são inerentes a ela, mas a verdade é outra. Parece fácil imaginar que essas redes são uma extensão da nossa capacidade de formar comunidades e laços de amizade, no entanto, muitas empresas ainda pensam que as mídias sociais são apenas mídias e não plataformas de relacionamento. Muitas aplicam dinheiro e não o esforço de dialogar com a transparência estratégica que esse meio requer.

A estratégia apresentada neste livro vai ajudar sua empresa encontrar o caminho neste novo mundo, mas também vai quebrar a visão estrita em marketing, quebrar a ideia de que essa moda vai passar, quebrar a assertiva de “que a minha empresa não se encaixa nesse contexto” e quebrar o paradoxo das redes sociais que está em você.

O livro nasce depois de uma pesquisa extensiva de quase 3 anos e diversas entrevistas no Brasil e fora dele. Dentre os entrevistados estão: Alessandro Barbosa Lima, Alexandre Inagaki, Andrew Keen, Charlene Li, Edney Souza, Jeff Jarvis, Jeremiah Owyang, Manoel Lemos, Marcelo Coutinho, Mauro Segura, Romeo Busarello, Thiane Loureiro, entre outros.


Pesquisa inédita: “Mídias sociais nas empresas”

27 maio 2010

É com grande satisfação que apresento ao Brasil a pesquisa “Mídias sociais nas empresas”, liderada por mim e conduzida pela Deloitte e nossa equipe de consultores. Ao longo dos meses de fevereiro e março de 2010, pouco mais de 300 empresas responderam o questionário e visitamos 10 empresas para mapear suas práticas em mídias sociais. Foram elas: Accor Hospitality, Azul, Boehriger Ingelheim, Bradesco, Editora Globo, IBM, Natura, Nokia, Roche e Tecnisa.

É a primeira vez no Brasil que teremos acesso a um panorama completo de como as empresas brasileiras estão se comportando nesse contexto de relacionamento com o novo cliente “social”.

Não quero adiantar aqui nenhum resultado para que você se sinta tentado a entrar no website da Deloitte e fazer o download. Existem duas opções: relatório completo ou apresentação sumarizada que apresenta a oferta de serviços de consultoria estratégica em mídias sociais.

Acesse aqui e bom proveito!


Tempo é dinheiro até nas redes sociais

30 outubro 2009

Por esses dias andei refletindo por um bom tempo se tempo é dinheiro, se dinheiro é tempo, se é possível ter os dois ao mesmo tempo ou se um come o outro e ficamos sem nada. Minha encruzilhada começou quando comecei a ler o livro “Mais tempo Mais dinheiro” do Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa que recebi de cortesia da Thomas Nelson Brasil.

A verdade é que fui investigar na rede o que a imprensa e a crítica estavam falando do livro antes de começar ler. Tinha uma preocupação tremenda com o tempo que ia gastar para ler o livro. Também uma séria dúvida, advinda da minha reflexão de quatro variáveis que comentei acima,  se realmente tempo e dinheiro poderiam caminhar na mesma direção e para a frente.

Buscando a resposta no livro confesso que ainda não encontrei uma fórmula mágica. Você precisa de um para tentar ter o outro, principalmente em se falando de tempo dedicado para a sua educação, cultura e formação, o que vai colocar você num “ciclo de prosperidade” e, segundo os autores, trazer muito mais benefícios financeiros e pessoais. As dicas apresentadas são atuais e válidas. Dá uma boa refrescada nas idéias para quem está absorvido no dia-a-dia e se sente um prisioneiro do sistema.

Um ponto interessante e atual que se aplica muito bem ao contexto corporativo, é em relação à produtividade relacionada com redes sociais: “Participar de todas as redes sociais é um grande erro na gestão do seu tempo” – comentam os autores. Quando apresentei um webinar sobre CRM Social em setembro desse ano para mais de 800 profissionais do mundo todo, me perguntaram como é possível monitorar todas as redes sociais para saber o que andam falando sobre minha empresa? Respondi quase que com a mesma resposta acima adicionando que  você deve olhar para onde estão seus clientes e filtrar em quais redes sociais sua estratégia social será melhor suportada.


Cursos gratuitos da FGV Online

26 outubro 2009

A FGV foi a primeira instituição de ensino brasileira a entrar no OCWC (Open Course Ware Consortium), esse post vai para divulgação dos cursos gratuitos da FGV. A lista dos cursos abaixo está disponível no site da FGV Online.

Se você quiser receber um certificado pelo término de um curso você deve se registrar, se não fizer questão, basta a vontade de estudar!

Clique nos links dos cursos oferecidos abaixo para acessá-los:

Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial – carga horária de 5h

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia – carga horária de 5h

Cursos em áreas de conhecimento diversas – carga horária de 15h

Cursos para professores do Ensino Médio – carga horária de 30h

Você já domina as novas regras ortográficas da Língua Portuguesa? Acesse nosso quiz para conhecê-las e, ao mesmo tempo, testar conhecimentos gerais:


Investigação apreciativa

19 outubro 2009

donthateappreciate @ www.kevinbondelli.comUma das linhas conceituais para desenvolvimento (aqui me refiro especificamente de negócios) mais utilizadas por profissionais de consultoria é a investigação apreciativa. Na realidade, muitas vezes quando prestamos consultoria a uma empresa, nos pegamos absolvidos nos problemas e na distância que aquela organização se encontra das melhores práticas de mercado, é verdade, mas a investigação apreciativa é muito usada porque cria resultados interessantes e tem tudo haver com planejamento estratégico focado em uma visão futura.

O termo se forma na analogia de que quem é otimista acaba por se beneficiar mais da vida pois encara as coisas de maneira positiva. Transposto para negócios, se pode dizer que ficar somente pensando nos problemas não leva a lugar nenhum, enquanto que apreciar os bons destaques seja de pessoas ou processos e agir multiplicando esses destaques como agente de mudança cultural, move a empresa para frente, visionando o futuro.

Fica a dica.


Social é centrado em pessoas e não em tecnologia

27 setembro 2009

Estou todo feliz e contente pesquisando o comportamento humano para entender melhor esse tal de ser humano nas relações interpessoais e vida em comunidade.

Quando estava bolando o conceito de CRM Social já dizia que clientes são, antes de mais nada, pessoas. Por isso fiz minha teoria estratégica em torno das pessoas e não em torno da tecnologia, web 2.0, mídias sociais, ou seja lá qual for o nome de qualquer website que promove conexão entre humanos.

Aí vem meu caro amigo Mauricio e me manda esse link perguntando se eu não gostaria de explorar essa idéia no meu novo livro. FUCK THAT! (foi minha reação). Se trata simplesmente de um novo livro americano no forno e que se centrará no Humano 1.0 ao invés de na Web 2.0. Um dos autores trabalha na mesma empresa que eu. E eles tem muito mais acesso a recursos como CMOs e cientistas. De qualquer forma eu recomendo e estarei esperando pela publicação com água na boca, só que eu quero publicar antes deles!

A metodologia de estratégia do meu livro é centrada na idéia de que só entendendo o comportamento e os perfis de usuários online e seus diferentes canais de comunicação que uma empresa consegue trilhar seus caminhos no mundo das mídias sociais.

Enfim. Em breve todos nós teremos muita gente falando nisso! Evviva!


Para pescar você precisa saber onde está navegando

18 maio 2009

Jeremiah OwyangHoje participei de uma sessão de conscientização sobre Mídias Sociais patrocinada pela minha empresa, que incluiu uma mesa redonda com diversas empresas de diversas indústrias expondo suas dúvidas e práticas dentro desse mundo fantástico, dinâmico e cheio de oportunidades. Contamos com a presença e mediação de Jeremiah Owyang, analista da Forrester, o qual recentemente publicou seu último artigo (recomendado!) sobre o futuro da web social.

Achei interessante sua analogia com a pesca. Clientes são os peixes (que também vivem em comunidades), você usa as ferramentas sociais – tecnologia – (isca, vara, anzol) para pescar, mas precisa saber onde está navegando, especialmente se quiser achar os peixes grandes, as melhores oportunidades.

É divertido e instrutivos fazer analogias. Os caras da Forrester parecem ter um dom especial, ainda quando elas podem ser meio chocantes porém verdadeiras, como a do George Colony, CEO da empresa, que eu publiquei no Blog Corporativo semana retrasada:

[...] Social [Media] é como sexo. É divertido falar e ler a respeito, mas você não pode compreendê-lo completamente ao menos que você o faça.[...]

Troquei algumas idéias com Jeremiah sobre Social CRM e as recentes discussões da comunidade dos consultores dessa área. Também comentei sobre meu novo livro e que não tinha nenhuma intenção de competir com o Groundswell – ao qual ele disse “Go ahead!” – e eu disse “I’d better do”.

Com ou sem analogia, o recado final é que não adianta escapar ou dizer que o Brasil ainda não tem mercado para esse tipo de conversa, ou seja, que as empresas no Brasil não investem ou estão esperando os resultados dos demais países. Alô Brasil! Precisamos correr atrás do que nossos clientes, sejam eles ativos ou passivos nas redes sociais, estão aprontando.

E isso não significa adotar tecnologia. Significa entender o mercado em que você atua e modelar sua estratégia social. Aí sim podemos eventualmente falar de bits e bytes.

Qual é a experiência dos seus clientes digitais com a sua marca?


Escute. E você será bem recebido na casa de seus clientes

30 março 2009

by Luc LegayMarcas espalhadas pelo mundo: rendam-se às redes sociais por inteiro.

Meio esquisita a afirmação, mas está na hora de começar a perpetuar o conceito na sua estratégia e transformar seus funcionários em “agentes sociais” – todos eles de todos departamentos, especialmente em relacionamento com o cliente.

É imperativo que vocês deixem de pensar que mídia social é só para marketing e publicidade. Hoje no Brasil a mentalidade da maioria das empresas é nessa linha, mas no mundo, marketing social está cada vez mais se tornando apenas mais um elemento dentro da “Estratégia Social” das empresas. Tem muita companhia fazendo um bem danado para seus clientes, o que fortalece muito a marca no mercado porque, acreditem, um cliente satisfeito faz barulho também, não só os reclamões.

Atualmente estamos vivendo o boom do chamado “Social CRM”, que pode ser entendido como extensão de Social Marketing em Social Sales e Social Customer Service. Aqui na Holanda estamos fechando os primeiros contratos de consultoria nessa linha. Mas não paramos por aí. O uso de redes sociais para processos de linha de frente (face-a-face com o cliente) é o mais intuitivo (ferramentas sociais = relacionamento), mas a exploração das redes de colaboração originadas com a criação de comunidades também trará muitos resultados favoráveis para finanças, logística, compras, estratégia e desenvolvimento. Mas não pense que os resultados são obtidos pela monitoração do buzz, os melhores resultados vem da dedicação em tornar sua empresa e seus funcionários em “seres” mais sociais.

A peça central do momento é o Twitter e o Serviço ao Cliente. Hoje mesmo vi a notícia de um banco Australiano que resolveu o problema do cliente em menos de 1 dia depois de uma reclamação do cliente. Essa é a mais recente, mas outras histórias seguem a mesma linha. Tanto que tem uma porrada de gente chamando o Twitter de Social CRM, especialmente o Jeremiah Owyang. Mas isso não é verdade. Estratégia é uma peça fundamental para o relacionamento com cliente e com mídias sociais. Além disso, Social CRM também tem que ter marketing e vendas ao invés de puro serviço ao cliente.

Seja qual for o seu envolvimento com mídias sociais no momento, saiba que parte da sua estratégia precisa começar abrir asas para outras finalidades.

O mais importante que costuma ser ignorado por todos: se sua marca quer ser social, seus funcionários precisam ser sociais. Sua empresa é o que os seus funcionários são.

Fonte da foto.


CRM 2.0 ou Social CRM

18 novembro 2008

Acabei de finalizar minha apresentação sobre Social CRM e gostaria de compartilhar com vocês. Infelizmente está em inglês. Se houver demanda eu posso pensar em traduzir para português assim fica acessível a todos.

Após uma introdução sobre o tema eu proponho um plano de ação para transformar o CRM tradicional e torná-lo mais ‘amigável’ para a implementação de ferramentas e estratégias de CRM Social. Isso envolve uma revisão da estratégia, processos e do alinhamento organizacional sob a luz dos conceitos explicados nos primeiros slides.

O próximo passo para empresas que desejam evoluir o seu CRM tradicional é entrar nos detalhes de cada bloco constituinte (Estratégia, Operações e Organização) seguindo o plano proposto no slide 13 e fazer acontecer. Esse é um dos temas do meu próximo livro, onde esse assunto será discutido mais em detalhes.

Em tempo, a idéia de olhar o ciclo da empresa surgiu nesse post.


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Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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