Cursos gratuitos da FGV Online

26 outubro 2009

A FGV foi a primeira instituição de ensino brasileira a entrar no OCWC (Open Course Ware Consortium), esse post vai para divulgação dos cursos gratuitos da FGV. A lista dos cursos abaixo está disponível no site da FGV Online.

Se você quiser receber um certificado pelo término de um curso você deve se registrar, se não fizer questão, basta a vontade de estudar!

Clique nos links dos cursos oferecidos abaixo para acessá-los:

Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial – carga horária de 5h

Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia – carga horária de 5h

Cursos em áreas de conhecimento diversas – carga horária de 15h

Cursos para professores do Ensino Médio – carga horária de 30h

Você já domina as novas regras ortográficas da Língua Portuguesa? Acesse nosso quiz para conhecê-las e, ao mesmo tempo, testar conhecimentos gerais:


Investigação apreciativa

19 outubro 2009

donthateappreciate @ www.kevinbondelli.comUma das linhas conceituais para desenvolvimento (aqui me refiro especificamente de negócios) mais utilizadas por profissionais de consultoria é a investigação apreciativa. Na realidade, muitas vezes quando prestamos consultoria a uma empresa, nos pegamos absolvidos nos problemas e na distância que aquela organização se encontra das melhores práticas de mercado, é verdade, mas a investigação apreciativa é muito usada porque cria resultados interessantes e tem tudo haver com planejamento estratégico focado em uma visão futura.

O termo se forma na analogia de que quem é otimista acaba por se beneficiar mais da vida pois encara as coisas de maneira positiva. Transposto para negócios, se pode dizer que ficar somente pensando nos problemas não leva a lugar nenhum, enquanto que apreciar os bons destaques seja de pessoas ou processos e agir multiplicando esses destaques como agente de mudança cultural, move a empresa para frente, visionando o futuro.

Fica a dica.


Escute. E você será bem recebido na casa de seus clientes

30 março 2009

by Luc LegayMarcas espalhadas pelo mundo: rendam-se às redes sociais por inteiro.

Meio esquisita a afirmação, mas está na hora de começar a perpetuar o conceito na sua estratégia e transformar seus funcionários em “agentes sociais” – todos eles de todos departamentos, especialmente em relacionamento com o cliente.

É imperativo que vocês deixem de pensar que mídia social é só para marketing e publicidade. Hoje no Brasil a mentalidade da maioria das empresas é nessa linha, mas no mundo, marketing social está cada vez mais se tornando apenas mais um elemento dentro da “Estratégia Social” das empresas. Tem muita companhia fazendo um bem danado para seus clientes, o que fortalece muito a marca no mercado porque, acreditem, um cliente satisfeito faz barulho também, não só os reclamões.

Atualmente estamos vivendo o boom do chamado “Social CRM”, que pode ser entendido como extensão de Social Marketing em Social Sales e Social Customer Service. Aqui na Holanda estamos fechando os primeiros contratos de consultoria nessa linha. Mas não paramos por aí. O uso de redes sociais para processos de linha de frente (face-a-face com o cliente) é o mais intuitivo (ferramentas sociais = relacionamento), mas a exploração das redes de colaboração originadas com a criação de comunidades também trará muitos resultados favoráveis para finanças, logística, compras, estratégia e desenvolvimento. Mas não pense que os resultados são obtidos pela monitoração do buzz, os melhores resultados vem da dedicação em tornar sua empresa e seus funcionários em “seres” mais sociais.

A peça central do momento é o Twitter e o Serviço ao Cliente. Hoje mesmo vi a notícia de um banco Australiano que resolveu o problema do cliente em menos de 1 dia depois de uma reclamação do cliente. Essa é a mais recente, mas outras histórias seguem a mesma linha. Tanto que tem uma porrada de gente chamando o Twitter de Social CRM, especialmente o Jeremiah Owyang. Mas isso não é verdade. Estratégia é uma peça fundamental para o relacionamento com cliente e com mídias sociais. Além disso, Social CRM também tem que ter marketing e vendas ao invés de puro serviço ao cliente.

Seja qual for o seu envolvimento com mídias sociais no momento, saiba que parte da sua estratégia precisa começar abrir asas para outras finalidades.

O mais importante que costuma ser ignorado por todos: se sua marca quer ser social, seus funcionários precisam ser sociais. Sua empresa é o que os seus funcionários são.

Fonte da foto.


Entendendo o novo consumidor digital

10 julho 2008

Ciclo de vida da empresa versus Ciclo de vida do cliente

Num post anterior falei sobre entender a forma que os clientes interagem com uma empresa sob o ponto de vista dos próprios clientes, afim de entender melhor como é o seu comportamento no novo mundo da web 2.0.

Cada fase do chamado ‘Ciclo de Vida da Empresa’ – à esquerda – é suportada e ampliada com os diálogos online entre clientes e empresas e troca de experiências entre clientes por meio de redes sociais. Mas eu diria que a coisa toda não pára por ai, as próprias ferramentas que possibilitam essa química também modelam preferências e o comportamento da sociedade.

Para melhor operar seus negócios é preciso entender os resultados dessa interação toda dentro do ciclo de Necessidade, Decisão, Experiência e Impressão que o cliente tem com a empresa. Só assim podemos otimizar e ganhar eficiência nos processos de desenvolvimento de produto, marketing e gestão do relacionamento do cliente.

Nada de colocar seu blog no ar, estabelecer relacionamento com blogueiros, criar comunidades, criar programinhas divertidos no Facebook ou usar o Twitter sem antes saber onde se está pisando.

O exercício é saber, para cada passo do ciclo, o que está ocorrendo na internet e que influencia o consumidor. Pense a respeito.


Mão na massa

23 dezembro 2007

Muitos dos leitores de Serendipidade conhecem o Springwise – um blog que busca apontar inovações em diversas áreas relacionadas a produtos, serviços e relacionamento.

Todo mundo está farto de saber que a distância entre uma empresa e seus clientes já quase não existe mais. Essa “união” trouxe uma nova série de possíveis vantagens e desvantagens para ambas as partes. Pelo menos do lado da empresa, o que pode abrir novos horizontes em pesquisa e desenvolvimento pode, por outro lado, prejudicar na imagem perante uma comunidade de consumidores insatisfeitos que reverberam a situação no mundo on-line.

Enquanto tem um monte de empresa perdendo os cabelos tentando encontrar uma forma de se conectar eficientemente com seus clientes, alguns aproveitam o desejo dessa massa ansiosa por comunicação para dar a eles o que eles estão pedindo: meter a mão no produto ou serviçono matter what.

Pegando emprestado dois websites apresentados pelo Springwise para ilustrar o que digo:


Blogs vs. Jornais

2 outubro 2007

Depois da onda revolucionária dos blogs contra a campanha publicitária do Estadão, acabei escrevendo um comparativo entre blogs e jornais. Já faz algumas semanas, e eu não publiquei porque achei meio rude.

Lógico que puxei sardinha pro lado dos blogs porque também fiquei incomodado, mas acho que existe espaço para os dois existirem no mundo. Cada um cumpre seu papel na sociedade, não precisamos de nenhum querer fazer o papel do outro.

Segue a comparação:

Blog
Jornal
Canal de comunicação bidirecional “democrático” Canal de comunicação bidirecional “autoritário”
O leitor tem voz ativa O leitor pode ser deixado de lado
Você busca o que quer ler Você lê o que querem te empurrar
Cobre todo e qualquer tipo de assunto Cobre uma gama limitada, porém grande de assuntos
É parcial, porém fácil de achar uma contraparte É parcial seguindo a linha editorial
Consome energia elétrica Consome energia elétrica e árvores
É mais difícil encontrar blogs de qualidade Tem mais chances de possuir conteúdo
O autor é qualquer um Seus autores são jornalistas na maioria dos casos
Na média é intelectualmente mais pobre Na média é intelectualmente mais rico
Feito por paixão, interesses próprios ou dinheiro Feito por dinheiro (ainda quando existem apaixonados no meio)
Fomenta comunidades variadas Fomenta a comunidade da imprensa
Sempre grátis Grátis ou pago
Despretensioso na maioria dos casos Tendência a teor político e tendencioso
Público-alvo: somente Internet Público-alvo: Internet e população em geral
Novidade, em franco desenvolvimento Velho, tentando se inovar para sobreviver


Brand management é outra coisa

5 julho 2007

Muito linda toda essa movimentação migratória para dentro do Second Life, toda marca que se preza está botando um pé lá dentro. Como? Do jeito que sempre fez: Propaganda e exibição da marca e seus produtos. Um belo show-room e só.

Aí eu paro e penso. O que isso tem de diferente do que já é feito no mundo real?

Não vi nenhuma empresa falar que vai, pelo Second Life, estabelecer um canal de customer service inovador ou mesmo criar um ambiente inovador e que produza interação. Ninguém quer se expor demais ou dar algo realmente palpável para potenciais e atuais clientes.

A onda de blogs corporativos foi bem mais tímida que a do Second Life. Lógico. Second Life é muito mais revolucionário, porém o blog é muito mais desafiador. O blog demanda mais tempo, cuidado e transparência!

As empresas, menos aquelas que nem sabem o que é um blog corporativo, têm medo de blogar, têm pavor de se tornarem transparentes. Parece que existe uma premissa de que é proibido ou pecado tratar bem um cliente, dar-lhe atenção e bônus.

LUCRO! – A palavra de ordem das empresas é hoje alcançada por esforços cegos de CORTE NOS CUSTOS. E nós, clientes TOMAMOS.

Esse paradigma deve mudar, ninguém trabalha hoje (por preguiça?) para aumentar a PRODUTIVIDADE, ou mesmo a EFICIÊNCIA, ou quem sabe até mesmo trabalhar para INOVAR. O está acontecendo?

Se entregar para comunidades virtuais, confiar o desenvolvimento de produtos aos clientes, ser viral. A BusinessWeek dessa semana estava falando disso quando contou a história da juventude que mudou de vez o way of life nos negócios.

Uma resistência ao 2.0 sem nexo e que fez com que a onda Second Life e esses eventos cheio de gringos tenham peso significativo, mas que podem desviar o caminho. Falando nisso, o John Batelle vai estar num desses eventos, parece coisa de primeiro mundo, mas gente, nós estamos atrasados!

(c) Business Week

Imagem da BusinessWeek.


Desenvolvimento de Google Maps mash-ups no Brasil

17 maio 2007

Mike Pegg do Google Maps Mania criou um post hoje sobre o uso do Google Maps na criação de aplicações interessantes no Brasil.

Além de citar o Geo-Serendipidade, um mash-up antigo que fiz logo no começo de 2005, quando a própria Google tinha acabado de lançar o API, ele deu um grande destaque ao mash-up do meu irmão: “Se eu cavar…” ou “Se eu andar em linha reta…“.

Importante destacar a notoriedade do blog do Mike. Ele já conseguiu até emprego no Google graças a esse blog.


Passado? ou Futuro?

25 abril 2007

Passado pAssado FuturoVou chamar aqui de passado ou futuro os dois caminhos que podemos dar em nossas vidas no que diz respeito a preferências de estudo ou desenvolvimento intelectual.

De fato, sem os dois não formamos base nenhuma para nos desenvolver, mas sempre seguimos preponderantes em um dos caminhos possíveis. Não sei se arriscaria dizer que existe também o caminho do presente pois não pensei o bastante no assunto, e além disso, o tempo passa muito rápido.

O caminho do passado é uma escolha que nos convida a mergulhar na infinidade de conhecimento registrado que encontramos em bibliotecas, um verdadeiro tesouro. História, filosofia, biografias, e mais além, todo o conhecimento contemporâneo até o dia de ontem que está disponível em bases de pesquisas na internet. Adoramos assistir filmetos youtubados nostálgicos, que resgatam boas lembranças.

Mas o caminho do passado que descrevo é mais profundo, ele significa que apesar do limite físico de informação, ou seja, os livros existentes hoje, a cada dia uma nova descoberta arqueológica pode nos trazer publicações ou hieroglifos de muitos anos atrás. O que dizer então de bibliotecas destruídas pelo furor de guerras ou os livros queimados de outrora? Quanta riqueza não havia na Biblioteca de Alexandria?

Por outro lado, vou chamar de o caminho do futuro aquele de quem busca respostas ainda não encontradas, ainda quando a resposta poderia estar contida em um passado remoto. Talvez seja o caminho da astrologia, da ciência de ponta e tecnologia, da descoberta de novas vacinas ou novas curas que hão de prolongar nossa vida na quase extinta e superaquecida terra.

Acredito que esse caminho só é trilhado por quem faz bom uso da sua bagagem de caminho do passado e mais um punhado de conexões sinapticas. Inovação é o nome da coisa.

Concluo então que o que nos leva à evolução e ampliação de horizontes é o ciclo de dois ou mais passos no passado, para dar um passo largo rumo ao futuro. Como agachar para dar um salto mais longo.

O caminho do passado e o do futuro é o caminho da inovação.


Empresas (((?))) Varejo

27 setembro 2006

deloitte.comA Deloitte lançou hoje um estudo (em PDF) sobre posicionamento estratégico de empresas de alta tecnologia perante o varejo.

O relatório sugere que a indústria manufatureira de alta tecnologia deve se desenvolver em 4 áreas de especialização:

  1. Capacidade de inovar se orientando pelos consumidores.
  2. Desenvolver parcerias e/ou aprender a executar.
  3. Construir uma conexão próxima com o usuário final.
  4. Inovação baseada em serviços.

Vendo os últimos movimentos do mercado cada vez mais inserido no contexto da internet, estenderia as 4 áreas para qualquer indústria ligada intimamente com o varejo.

No 1o. ítem podemos ter comunidades virtuais ajudando no desenvolvimento de produtos e serviços. Vide minha última apresentação.

Para o 3o. ítem, um dos canais mais indicados para construir essa proximidade é o Blog Corporativo.

Aliás, acho que existe maneiras de alcançar o número 2 e 4 usando as comunidades virtuais e os blogs corporativos também. Idéias?


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Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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