Telemarketing Ativo funciona?

Cenário 1:
Toca o telefone de casa.
Do lado de lá uma voz feminina me afirma que eu já fui assinante da revista Viagem & Turismo da Editora Abril.
Eu disse que recebi 3 exemplares em caráter promocional, e que não fui efetivamente assinante.
Aí ela me disse que receber em casa é ser assinante, e me perguntou se eu não me interessava voltar a assinar a revista.
Eu disse que não.
Ela me perguntou se eu conhecia outras revistas da editora.
Eu disse que ela deveria saber que eu já assinei a Veja e a Info Exame um dia.
Então ela me perguntou se eu não gostaria de voltar a assiná-las.
Eu disse que em casa já havia outra pessoa que assinava a Veja, e que eu não precisava assinar nada.

Resultado do Cenário 1:
Telemarketing ativo é ineficiente no Brasil (só?), onde a maioria das empresas não possuem dados centralizados sobre sua base de clientes e ex-clientes, os dados ficam em silos separados e dificilmente se combinam. Ter uma plataforma CRM é crucial para melhorar o poder de “adivinhar” o que o cliente pode estar precisando.

A Editora acabava de gastar cerca de 3 minutos de telefone e serviços de telemarketing. Além, é claro, do esforço em disponibilizar uma pequena base de dados imperfeita. Em uma realidade onde as empresas estão buscando cada vez mais a otimização de custos, ao invés de demitir pessoal competente dentro da organização, experimente tornar seu telemarketing mais lucrativo ao invés de dar tiros no escuro.

Atualmente o cliente tem uma necessidade de se sentir íntimo de uma empresa. Isso explica o sucesso dos blogs. Uma empresa que me liga, finge que me conhece mas não me conhece, não merece minha atenção.

A história acima é verídica



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Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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