Em tempos que o primeiro internauta Brasileiro foi condenado por pirataria de músicas, eu convido meus leitores a refletir sobre o assunto visitando um antigo post que publiquei há mais de dois anos atrás.



Em tempos que o primeiro internauta Brasileiro foi condenado por pirataria de músicas, eu convido meus leitores a refletir sobre o assunto visitando um antigo post que publiquei há mais de dois anos atrás.
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Há 10 anos o Cluetrain manifesto foi lançado. Em um evento recente em Nova Iorque para revisitar seu conteúdo, Doc Searls (um dos autores) esteve presente e a conversa foi acompanhada por Josh Bernoff da Forrester.
No post do Josh tem bastante informação e 10 pontos que Doc destacou na conversa sobre propaganda na web 2.0.
Só escrevi este post para refletir a opinião de Doc sobre Web 2.0. Segundo ele, O’Reilly (inventor do termo) deu muita ênfase ao software. E web 2.0 não é sobre software, é sobre a maneira como relacionam-se empresas e mercado dentro de um novo contexto.
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Voltando ao post de Junho de 2005, “Quanto mais sei, menos sei“, resgato a frase abaixo:
“Em 1750, o conhecimento da humanidade, desde o tempo de Cristo, foi duplicado.
Em 1900, esse fenômeno se repetiu.
A seguinte duplicação aconteceu em 1950.
Atualmente, o conhecimento se duplica a cada 5 anos.
No ano de 2020 estima-se que esse conhecimento se duplicará a cada 73 dias.” - James Appleberry
… a quantidade de conhecimento nos leva mais próximo do desconhecido… mas, além disso…
O que estou percebendo é que quanto mais informação a ser absorvida em curtos espaços de tempo, mais bloqueada nossa cabeça fica. É como se tivéssemos vento dentro dela. Nenhum pensamento brota porque as sementes estão todas voando.
Se tivesse dons matemáticos poderia delirantemente equacionar a “quantidade de desconhecimento” em função do “peso da informação” na razão da “velocidade de aderência”. Mas prefiro curto e grosseiramente dizer que mente acelerada não leva a (quase) nada.
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Imperdível…
Dê uma olhadela nos 13 produtos falsificados (que são comercializados abertamente em lojas comuns e supermercados pelo mundo) que foram campeões do Plagiarism Award 2008. Com destaque na reportagem da BusinessWeek para a frase: “nem todos os campeões são chineses“.
Onde estão os direitos autorais desse povo? Como controlar a incontrolável cópia? Questão de sobrevivência?
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