Comportamento dos consumidores – “quero” versus “deveria”

30 agosto 2007

A Harvard Business School conduziu um estudo sobre o comportamento dos consumidores no momento da compra de bens ou serviços. O estudo foi conduzido por Katy Milkman e Todd Rogers em conjunto com o Professor Max Bazerman.

É como se tivéssemos um anjo e um diabo falando no nosso ouvido, como aqueles que vemos em desenhos animados. Algo do tipo “Eu quero comprar isso mas eu deveria comprar aquilo”.

O estudo concluiu que as pessoas se comportam como se existisse multiplas personalidades com interesses conflitantes – batizados de “want-self” contra o “should-self” (ou “personalidade quero” contra “personalidade deveria”).

O want-self clama por gratificação instantânea, enquanto que o should-self olha os interesses em mais longo prazo.


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Redes sociais e oportunidades de negócio para empresas, investidores e consultores empresariais

29 agosto 2007

Estou disponibilizando aqui e no SlideShare uma apresentação que fiz para alguns empresários, investidores e consultores de empresas.

A apresentação é uma atualização de uma apresentação anterior que fiz na USP São Carlos no ano passado. Só que desta vez abordei oportunidades das comunidades e do mercado em torno dela – investimentos e operações de M&A (Mergers and acquisitions).

Download aqui (PDF)


Leituras que valem a pena #22

28 agosto 2007

Desde abril que eu não publicava nada na série Leituras. Aí vai.

The Encyclopedia of Business Cliches | Seth Godin
Seth preparou uma lista de clichês usados no mundo dos negócios para que os próprios leitores votem nos “piores” clichês

The Right Way to Use Web 2.0 | BusinessWeek
Especialistas avaliam a web 2.0 e maneiras de explorá-la com eficiência.

100 Websites You Should Know and Use | TED Blog
No âmbito da inovação o blog da TED nos trouxe uma lista interessante de websites que devemos conhecer e usar.


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Nem só de monetização vive o blogueiro

28 agosto 2007

A frase acima é verdadeira e acredito que 100% dos demais blogueiros provavelmente concorda comigo. O problema é que parece que a mídia só percebe isso (ou é isso que ajuda a notícia se vender). Parece que o BlogCamp só discutiu monetização (não sei se isso é verdade porque eu não fui, mas a mídia só está falando disso e do Estadão). E o pior problema é que qualquer um que não conhece blogs acha que a finalidade é somente essa.

Essa semana me perguntaram se eu escrevo um blog para tentar ganhar dinheiro. No fundo eu diria que sim, mas por meio de relacionamentos e geração de oportunidades de negócio porque afinal de contas eu escrevi um livro por causa deles (os blogs). Não pelo uso de ferramentas X ou Y ou vendendo a minha capacidade de liderar, influenciar ou atrair leitores para terceiros.

Não sou contra a profissão blogueiro, mas acho que tem muita gente gerando informação desnecessária poluindo (e isso já se é sabido há bastante tempo) a internet.

O leque blog é amplo e dentro dele existem diversos nichos de atuação. Sei lá, só quis escrever isso para o caso de algum marinheiro de primeira viagem passe por aqui.


BlogCamp

24 agosto 2007

Me inscrevi no BlogCamp mas não conseguirei estar presente por motivos pessoais. Quem sabe no próximo. Uma pena.

Bom encontro a todos!


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Serendipidade e o sétimo sentido

16 agosto 2007

Extraído do site da Editora Nórdica sobre um livro chamado “Serendipidade – Descubra o poder secreto do sétimo sentido” de Marcus Bach:

Serendipidade

Sempre existe uma solução para qualquer problema. Agora, se você é daqueles que se conforma e cita para si mesmo o velho ditado: “o que não tem remédio, remediado está”, então, sua causa já está perdida. Mas se, ao contrário, você acredita no futuro e está disposto a lutar, estabelecendo uma ou várias metas na vida, pode contar com o estranho poder da serendipidade.

Este livro desenvolve a técnica da serendipidade e você precisa estar por dentro dessa técnica para alcançar suas metas com maior facilidade, aprendendo, principalmente, como visualizar aquilo que o acaso pode fazer por si. Muitas vezes, os acasos são até muito mais agradáveis e proporcionam muito mais felicidade do que as metas previstas. Mas é preciso estar preparado para não deixar escapar as oportunidades. É a grande chance que pode vir do inesperado.

Os Príncipes de Serendip fizeram lenda. Saíram do reino de seu pai para enfrentar o desconhecido, sem destino, mas com a preocupação de entender os homens e ajudá-los. Serendip é o nome ancestral do Ceilão, hoje, Sri Lanka. É a experiência oriental na procura do bem-estar e do aperfeiçoamento das pessoas de todos os quadrantes e latitudes, de todas as origens.

Fatos relevantes ou perguntas intrigantes:

Ao invés do livro, leia este blog. Garanto que você vai tirar maior proveito. Sim, eu sou “meio” contra livros de auto-ajuda.

Só falta agora alguma editora (assim como fez o Estadão) dizer que blogs não possuem literatura o suficiente para substituir livros.


As aventuras de ACTION ITEM

16 agosto 2007

Achei esse quadrinho que retrata o cotidiano das empresas em formato super-herói. Me fez lembrar de um livro (recentemente traduzido para português) chamado “Por que as Pessoas de Negócios Falam Como Idiotas” de autoria de três executivos da Deloitte americana. O autor desse quadrinho tem um blog.

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A bolha da web 2.0

15 agosto 2007

Não estou falando de economia, mergers & acquisitions, investimentos e IPOs. Mas sim da bolha literal que traduz o diálogo e a interação da web 2.0 – o balão.

Trevor Elliott preparou para o seu blog uma pequena amostragem disso e escreveu:

“Como um símbolo multiuso, o balão de diálogo é irresistível. Ele contém o que todo mundo quer dizer sobre a “nova” web: Criada pelo usuário, comunicação, colaboração, comentários, mídia social, auto-publicável, minha voz, nossa voz, audiência, ranking, compartilhamento e o resto. Acima de tudo, é simples, acessível e divertido, e sempre conquista as pessoas. O que mais um futuro comunicador podia querer?

Vale lembrar que no Brasil a adoção total do balão também se aplica.

E aí está a foto dos logos:


Trazendo o “eu” pra dentro de si mesmo

14 agosto 2007

Em tempos que dizer que ser blogueiro é ter um egão (grande ego), e que afirmações milenares de um post perdido no tempo demostra a atemporalidade do conceito, venho transcrever a definição de EGOÍSTA segundo o Dicionário do Diabo (de Ambrose Bierce):

EGOÍSTA:

- (1), s. Pessoa de mau gosto, mais interessada em si própria do que em mim.
- (2), adj. Pessoa sem consideração pelo egoísmo dos outros.


Hype social

13 agosto 2007

Hoje li em algum blog que o que está hype no momento (no Brasil) é o Twitter . Um website consumidor de tempo que está na “boca do povo” e que permite trocar gentilezas instantâneas afim de aumentar a popularidade do seu autor mais rápido que um blog. Imagina quando monetizar…

Por mais que a gíria hype signifique badalado, eu prefiro classificá-la como diminutivo de hipérbole, um exagero na expressão da idéia. Mas não vim pra falar mal do Twitter nem de quem o utiliza. Vamos deixar o hype-1 e o hype-2 na manga.

Na verdade quero justificar, usando a teoria do livro Átomo Social , porque o hype-1 existe e se espalha rapidamente.

Sem contar o livro todo. Nós podemos ser classificados como átomos e a grosso modo seguimos padrões. Como átomos imersos na sociedade nós somos:

- adaptáveis
- imitadores
- cooperativos

Este exemplo não tem no livro, mas eu acho bacana: a “ola” nos estádios. Como ela acontece? Por que ela se propaga? Resposta: olhe as três características do átomo. Para entender mais a fundo, leia o livro.

O hype-1 se torna hype-1 porque somos átomos sociais.

O hype-2 é parte da essência poética que nos habita. É dizer que a web 2.0 brasileira já copiou um milhão de sites da web 2.0 americana.

Brasileiro é criativo ou medroso (só copia o que deu certo)? No fundo estou sendo egoísta. Tem espaço pra muita imitação no Brasil pois tem muuuita gente online e crescendo. E imitação é coisa antiga. É tão antiga que é da época que as pessoas tinham 3 dedos. Alémdomais precisamos de localização para certas aplicações.

Se você acha o Twitter legal, porque não tenta o brasileiro Gozub? (eita nominho feio). Mais um serviço original em português.


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Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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