Ele dedilha Stairway to Heaven do Jimmy e o seu Led Zeppelin. Sensacional!



Ele dedilha Stairway to Heaven do Jimmy e o seu Led Zeppelin. Sensacional!
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Eu já havia lido a respeito de Andrew Keen e seu livro: “The Cult of the Amateur: How Today’s Internet Is Killing Our Culture“. O cara basicamente “amaldiçoa” os blogueiros e a web 2.0 porque nós, usuários finais, podemos estar sendo iludidos por um jornalismo sem credibilidade e excesso de informação inútil.
É que hoje saiu uma pequena entrevista com ele na Folha de S.Paulo (necessário ser assinante para ler).
Até certo ponto acredito que a visão de Keen está correta, porque tem muita gente entrando na onda dos blogs para poluir o universo informativo da internet visando outros ganhos.
“Não vejo como a web 2.0 está democratizando a mídia, acho que acontece o oposto: a mídia tradicional fornece informação de qualidade acessível às massas e não acho que a segunda geração da web esteja reproduzindo isso.”
Certamente é muito, mas muito difícil ler um blog que forneça informação de qualidade, mas eles existem. Ele peca por generalizar demais.
Meu livro não defende que as pessoas não tenham blogs, apenas que não finjam que são substitutos da mídia tradicional ou representantes de fontes de informação confiáveis sobre o mundo. Como as pessoas saberiam da crise aérea brasileira, por exemplo, sem jornalistas profissionais? Iam ter de se basear em blogueiros, que podem ser representantes das companhias aéreas ou do governo?
Aí ele falou uma coisa séria. Blogs verdadeiros vs. blogs falsos. A comunidade deve sempre buscar desmascarar tentativas artificiais de manipulação ou de autopromoção. Se não existisse o conceito web 2.0 ou mesmo o conceito blog, acho que seria inevitável dizer que ainda assim as pessoas encontrariam meios de se expressar na rede.
Como em toda evolução tecnológica - Schumpeter tem haver com isso - a sustentação só ocorre com a educação. Ou seja, a civilização deve evoluir, se educar para adaptar. Devemos estar sim mais preparados para filtrar melhor o ruído, e não censurar o movimento inovador que estamos vivendo na comunicação.
Valeu Pedro pelo link da Folha.
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A moda dos Crocs (esquerda) nem chegou aqui no Brasil direito (promete crescer porque algumas celebridades já usam e a sandália saiu na Veja dessa semana) e já tem um concorrente que parece ser muito melhor no mercado. O Dopie (esquerda) que deixa os pés ainda mais pelados que o concorrente anterior.
A tendência imitativa é criar uma nova fatia no mercado dos calçados extra-confortáveis (um novo oceano azul ). O problema é sempre nosso, consumidores, que somos inundados de opções e escolhas, o que torna nossa vida ainda mais confusa.
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No momento da maiêutica atual, dentro da busca pelo problogger ideal, conceitos e discussões sobre monetização (para gerar mais monetização), que caminhos tomar? Como desempenhar? Existe sempre uma resposta: Falar de blogs no seu blog é quente, porque blogueiros são o que são.
Seth Godin postou (sobre se o seu blog é legal ou não):
“O erro que a maioria dos blogs cometem é: eles são sobre seus autores, não sobre os seus leitores.”
O Fabio e o Carlos estão discutindo o tema no momento. A blogosfera está lotada de gente oportunista que quer ganhar dinheirinho. Portanto atrair leitores é falar de blogar, de ganhar dinheiro. Assim estamos todos sendo “escritores para leitores” dentro da linha apresentada logo acima.
Pessoal, vamos falar sério: Dinheiro fácil não existe!
Dinheiro pode vir rápido. Isso é diferente e recompensa uma tacada de sucesso (a qual demanda neurônios criativos). Mas fácil… esse eu não conheço.
Se você espera ficar rico com blogs, saiba que serão poucos (os pioneiros?). Como tudo na vida, não existe vaga pra todos. Aplique (foque) seus hormônios capitalistas impulsivos em algo mais produtivo: Estude, empreenda, trabalhe duro e nunca pare de se desenvolver. Se os passos anteriores são voltados ao probloguerismo, boa sorte.
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Há tempos andava meio de saco cheio do B2Evolution, a plataforma que dava suporte ao Serendipidade.com. Pior ainda era pensar que tinha que migrar o banco de dados de B2E para o Wordpress, a minha nova plataforma escolhida.
O tempo passou e eu terminei a migração. Ainda estou terminando alguns pequenos detalhes, mas a página já está funcional e completa.
Não é necessário alterar os seus feeds nem bookmarks. Tentei fazer a migração mais suave possível. Qualquer bug ou sugestão, sou todo ouvido.
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Matéria do dia 14 de julho do Los Angeles Times revela que algumas empresas estão saindo fora do Second Life. Como eu esperei por isso…
“You’re talking about a much smaller audience than advertisers are used to reaching”
Em outro post já falava que a presença das empresas na nova realidade virtual era errônea e não trazia benefícios aos poucos usuários que tem paciência para viver eletronicamente.
Está na hora de redirecionar os esforços para Blogs Corporativos. Essa outra onda já cresceu o bastante e já se é sabido que veio pra ficar.
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Adoro o conceito por trás do neologismo “Crowdsourcing” e considero a Wired uma das revistas mais conectadas da atualidade.
Em uma brilhante iniciativa, ela lançou um wiki chamado Zero Assignment, onde a própria audiência gerou mais de 80 artigos sobre o tema. A própria Wired está publicando os 12 melhores. Veja um deles aqui e leia todos depois.
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É irritante ver a mesmice nas coisas que nos circundam no dia-a-dia. Por exemplo: aqui em SP começou a circular, há algumas semanas, um jornal gratuito chamado Metro, uma marca que circula em outras cidades do mundo também. Pois hoje de manhã, quando estava vindo trabalhar vi um concorrente disputando espaço com o Metro, era o Destak, que é mais velho que o Metro, tendo já um ano de vida.
Jornais gratuitos em semáforos e cruzamentos não é novidade, mas em menos de 2 meses eu vi dois que operam de forma similar: o carrinho que leva os jornais, o uniforme dos distribuidores, entre outros detalhes.
A Apple anuncia seu iPhone no começo do ano e uma avalanche de empresas lançam aparelhos com conceitos semelhantes (e até design semelhantes). Nem quero falar do iPod.
O recorde de bullshitagens e de vendas “O Segredo” já ganhou faz tempo as suas variantes e “pseudópodos” - Além do segredo, O segredo revelado, filmes, etc. - Novamente nem quero falar da onda oportunística gerada pelo Harry Potter ou Código Da Vinci .
Ganhar dinheiro com produtos derivados dos seus originais é correto? “Como assim?” - alguém pode perguntar - “ganhar dinheiro (honestamente) é sempre válido”. Mas que mérito isso tem?
Refletindo de outra forma: Sua empresa quer ser lembrada pela INOVAÇÃO ou pela IMITAÇÃO? Os dois dão dinheiro, mas qual é mais nobre? Vou além… por acaso é possível, hoje, criar algo que não seja imitação ou variação de outro?
Segundo Louis Pauwels e Jacques Bergier, autores do “O Despertar dos Mágicos“, existe uma infinidade de conhecimento que jamais iremos acessar graças a acidentes (incendios por exemplo) e eliminação proposital de obras antigas.
Um exemplo de conhecimento “à frente do tempo” poderia ser o do Leonardo Da Vinci. Ele era apenas um visionário com idéias malucas ou foi um dos primeiros a pensar em um helicóptero?
Se imitar é inevitável, como se vender para seus clientes como uma empresa inovadora? Se é isso que você deseja, inove no tratamento e relacionamento com eles: Nem sempre a inovação está no produto.
Inove na maneira de administrar: Processos, metodologias, pessoas ou tecnologia são apenas algumas áreas com potencial de mudança.
Para o bem da humanidade, não vamos ser mais dos mesmos.
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Muito linda toda essa movimentação migratória para dentro do Second Life, toda marca que se preza está botando um pé lá dentro. Como? Do jeito que sempre fez: Propaganda e exibição da marca e seus produtos. Um belo show-room e só.
Aí eu paro e penso. O que isso tem de diferente do que já é feito no mundo real?
Não vi nenhuma empresa falar que vai, pelo Second Life, estabelecer um canal de customer service inovador ou mesmo criar um ambiente inovador e que produza interação. Ninguém quer se expor demais ou dar algo realmente palpável para potenciais e atuais clientes.
A onda de blogs corporativos foi bem mais tímida que a do Second Life. Lógico. Second Life é muito mais revolucionário, porém o blog é muito mais desafiador. O blog demanda mais tempo, cuidado e transparência!
As empresas, menos aquelas que nem sabem o que é um blog corporativo, têm medo de blogar, têm pavor de se tornarem transparentes. Parece que existe uma premissa de que é proibido ou pecado tratar bem um cliente, dar-lhe atenção e bônus.
LUCRO! - A palavra de ordem das empresas é hoje alcançada por esforços cegos de CORTE NOS CUSTOS. E nós, clientes TOMAMOS.
Esse paradigma deve mudar, ninguém trabalha hoje (por preguiça?) para aumentar a PRODUTIVIDADE, ou mesmo a EFICIÊNCIA, ou quem sabe até mesmo trabalhar para INOVAR. O está acontecendo?
Se entregar para comunidades virtuais, confiar o desenvolvimento de produtos aos clientes, ser viral. A BusinessWeek dessa semana estava falando disso quando contou a história da juventude que mudou de vez o way of life nos negócios.
Uma resistência ao 2.0 sem nexo e que fez com que a onda Second Life e esses eventos cheio de gringos tenham peso significativo, mas que podem desviar o caminho. Falando nisso, o John Batelle vai estar num desses eventos, parece coisa de primeiro mundo, mas gente, nós estamos atrasados!

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A experiência em gestão de projetos demonstra: A qualidade dos relacionamentos que você mantém com seus subordinados é crítica para o seu bom desempenho como gerente.
Confiança é a chave, quando as pessoas confiam em você elas serão mais propensas a ver você como um gestor fiel, bem informado e sincero.
Como criar confiança no seu relacionamento com seus funcionários?
- Tente ser consistente - Evite dar sinais de contradição.
- Demonstre sua honestidade - Responda honestamente e se não souber investigue. Dê feedback.
- Assuma seus erros - Se mostre confiável assumindo suas falhas.
- Estimule a inovação - Escute as idéias e se mostre aberto a outras perspectivas.
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