Convites para o Joost!

Com certeza o que não mostra tudo é sempre mais sensual. O Joost vai abrindo as portas para a comunidade em levas secretas de convites, e todo mundo sabe que todo mundo gosta, adora, ama viajar em primeira classe, ter seu lugar na janelinha e ser V.I.P.

E junto com todos esses ingredientes ainda temos o adicional de boca-a-boca temperando a reputação da brincadeira. Ainda mais com o inventor do Skype por trás da jogada.

Por isso, sem qualquer ônus da minha parte, o Joost me concedeu distribuir 3 convites aos meus leitores. Basta comentar este post (colocando seu email no campo apropriado) me convencendo que as comunidades virtuais já mudaram hábitos e costumes dos consumidores.

Quem mandar bem recebe o seu convite. Grande abraço.

Já era… distribuí os 3 convites. Obrigado a todos que comentaram. Assim que tiver mais eu aviso.



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10 Comentários Feed dos comentários »

  • Márcio Araújo disse:

    As comunidades virtuais comm certeza já mudaram os hábitos do consumidor. Tanto é verdade que algumas já viraram comunidades de verdade. Recentemente na China, milhares de consumidores se reuniram atraves da net e compraram em grupo, conseguindo enormes descontos. Os consumidores compram como se fossem varejistas graças às comunidades virtuais.

    Outra constatação clara: nunca houve um PROCON tão eficiente como comunidades no Orkut e fóruns de discussão. Até os hábitos das empresas estão mudando.

    Valeu!
    Espero o convite do Joost para poder mudar ainda mais os meus hábitos!

  • Marcelo Ferraz disse:

    Hoje, a melhor forma de exercer seus direitos é se unir a comunidades virtuais. A Web 2.0 possibilitou que o consumidor deixasse aquela situação de passividade e, muitas vezes, até mesmo de vítima indefesa para, de fato, mudar as regras do jogo e exercer o seu poder.

    Um grande exemplo disso foi aquele cara (agora não me lembro exatamente do nome e dos detalhes do caso) que comprou um carro da Fiat que veio com problema. Ele reclamou e a Fiat disse que não podia fazer nada. Ele criou um blog de “malhação” à Fiat. Milhares de outras pessoas se juntaram a ele e a Fiat finalmente começou a sofrer as conseqæuências dessa união. Propôs um acordo financeiro para que ele acabasse com o blog e ele, logicamente, não aceitou (desculpe se eu distorci os fatos, mas eu ouvi essa história há muito tempo).

    Com certeza, as comunidades virtuais mudaram os hábitos do consumidor.
    Não é à toa que a revista Time nos escolheu como a personalidade do ano.

    Valeu!
    Abs,
    Marcelo.

  • Cristiane Paiva disse:

    É natural as pessoas se unirem para discutir e chegarem em uma conclusão sobre alguma coisa… as comunidades virtuais facilitaram isso unindo pessoas do mundo todo sem elas precisarem sair de casa e discutindo entre elas chegarem a uma conclusão.
    Ou seja… comunidades sempre mudaram hábitos de consumidores… o q acontece é q com a internet aumento o numero de comunidades… chamadas comunidades virtuais.
    Por favor me mande um convite!!! Estou a mais de um mês procurando alguém para me convidar!!!
    Obrigada antecipadamente!
    hillinger@gmail.com

  • Caverna disse:

    Daeeeeeeee veio!!!
    Arruma um convite pro Joost ae????
    Porque??
    porque eu sou legal!!!!

    Valew!!

    tecbruno@gmail.com

  • Ivan Pires disse:

    Bom dia, Realizo pesquisas sobre tvip e cheguei ao Joost. Necessito de um convite para testar esta nova tecnologia, se alguem pudesse enviar um convite pra mim através do email

    ivanpires@gmail.com

    ficarei grato, pois será de grande valia pra mim e para minha universidade. Muito Obrigado!

  • Arata disse:

    (desculpem – mandei uma versão errada anteriormente… se possível, peço que a moderação aceite a versão abaixo. obrigado!)

    Muito do que conhecemos do sistema capitalista após a década de 1920 veio de um grande medo das corporações que desenvolveram processos industriais de produção em massa: com o custo de matéria prima e mão de obra baixo, rapidamente o mercado seria inundado por um excesso de oferta, e a demanda estática seria superada.

    Isso poderia levar os EUA ao colapso econômico, tão logo as necessidades dos consumidores (roupas, automóveis, alimentos, bebidas…) fossem atendidas.

    Para solucionar a equação, Edward Bernays e outros deram as primeiras investidas no campo de relações públicas: as corporações deveriam mudar de paradigma – ao invés de produzir para atender necessidades, deveriam criar DESEJOS.

    Então, uma série de comerciais e técnicas de marketing foram desenvolvidos de modo a fazer com que o consumidor parasse de consumir baseado em suas necessidades racionais (sapato mais macio) para desejos inconscientes (sapato que o ator de um filme de Hollywood usa), de modo a associar sua identidade com a daquele que promovia o produto. Nessa época começam os desfiles de moda com “celebridades” que discursam para a platéia sobre a cultura do glamour e individualização pelo consumo.

    Assim, a mídia centralizada teve um papel fundamental em criar desejos, em promover um mecanismo de persuasão de massa junto com a indústria do entretenimento – a equação oferta/demanda havia sido resolvida.

    Com a Internet e o que O’Reilly chamou de Web 2.0, deixamos de viver em uma sociedade em que a comunicação é no formato de estrela (um centro de produção de informação com diversas periferias receptoras) para um formato de rede produtor remixável e interativo. Todos produzem e compartilham informações e isso muda radicalmente a malha de poder informacional.

    Desse modo, as empresas hoje não podem entender o consumidor como um elemento totalmente passivo no que diz respeito à formação de opinião e desejos. A criação de novos produtos deve cada vez mais reagir (e antecipar) os desejos dos consumidores. Até aí, nada muito novo, pois esse processo já começava a ser verificado na década de 1980 com a intensificação da globalização.

    O que as comunidades virtuais fazem é amplificar o processo de conexão entre consumidores de determinado perfil (consumer group), fortalecendo sua identidade e tornando-a um nicho economicamente interessante de ser explorado, o que não era possível por custos de transação anteriormente existentes.

    Esse assunto é fascinante – nesse endereço há um comentário sobre a série The Century of the Self que fala sobre o Edward Bernays e a manipulação dos consumidores: http://arataacademy.com/academy/2007/03/24/century-of-the-self/

    Um abraço e parabéns pelo site!

  • Mateus Lopes disse:

    Para os ricos e revolucionários ensinamentos contidos na Biblioteca de Alexandria? Fogo, destruição e esquecimento…

    Para um filósofo como Sócrates, que reunia sua comunidade ensinando-lhes a virtude? Morte por cicuta…

    Para uma comunidade de cristão reunidos no período de Cristo? Perseguição e morte na arena dos Leões…

    Para um ativista como Gandhi, que em torno de si reuniu uma nação, a lutar com sua voz por valer os seus? Assassinato…

    Para uma reunião de ativistas no período da Ditadura? Perseguição, desaparecimento, tortura e calem-se…

    Enfim…

    Que outra prova deseja de que as comunidades virtuais já mudaram e mudarão ainda mais o homem e o mundo? Seja no papel de cidadão ou de consumidor?

    Se em todos os tempos tudo o que o homem evitou, com o derramamento de muito sangue, foi a reunião e o livre intercâmbio de idéias entre eles?

    Reunião de pessoas com livre direito de expressão gera mudança, progresso, reformas.

    O fato de ser uma reunião virtual é apenas uma questão tecnológica. Mas, em toda a história da humanidade, comunidades sempre mudaram nossos passos.

  • Bender disse:

    Tu acredita q eu nunca consegui fazer meu Joost funcionar? Até desisti de distribuir meus convites por isso.

  • Bruno Widmer disse:

    “A curiosidade matou o gato.” Não me mate de curiosidade, por favor! Gostaria muito de receber um convite para o Joost! bwidmer@uol.com.br

    Abraços,
    Bruno

  • rui baptista disse:

    Desculpe a ousadia, mas li que quem participou na
    fase beta do Joost dispõe de convites ilimitados. É mesmo assim? E,
    nesse caso, será abuso pedir-lhe um convite? É que percebo muito pouco
    de novas tecnologias mas tenho uma enorme curiosidade em relação ao
    Joost.
    Muito obrigado pela atenção. RB

Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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