Sendo um bom e amável ser hospitaleiro

A simpática Bia me pediu, alguns dias antes do carnaval, para que eu descrevesse como trato meus visitantes (aqui no blog).

Já comecei tropeçando alguns dias de atraso na resposta, mas aqui vai o meu ponto de vista sobre esse laissez-faire em que nós blogueiros nos encontramos.

Como via de regra de um blogueiro, eu procuro interagir com meus leitores, respondendo, enviando e-mails, batendo papo, quando o assunto/comentário seja pertinente ou requeira atenção. Comentários tipo: legal seu post ou fala-fala-e-não-diz-nada raramente são correspondidos.

Se eu não respondesse nada, mudaria o título da minha página para “Cantinho ego-promotor do Fábio”, ou “Homepage do Fábio”. Sem mentiras e sem mascaras, esse aqui é o meu “Bloguinho omni-ego-promotor do Fábio e arredores”, portanto, uma sala aberta para confrontamento de egos, idéias, conversa séria e ficções.

Ainda quando eu aprecio muito meus leitores, eu gostaria muito que existissem mais leitores não-blogueiros.

Não sou blogueiro profissional, ou na termo técnico: problogger. Ganho trocados de visitantes aleatórios por vezes incautos, e não espero ganhar trocado de outros probloggers apesar de achar que se eles se organizassem (e já são muitos) daria para fazer uma corrente do mal! (para os pagantes). Imagina uma rede secreta com cem mil associados com regras de clicar em anúncios dos próximos ao menos 50 vezes por dia?

Mas não acredito que isso seja possível porque a natureza humana reza contra esse tipo de coisa no estágio atual da nossa evolução.

Um adendo:

Para quem acha que redes de cliques não funcionam (e de fato não!), junte sua frustação num pote e jogue-o com toda força nos seus esforços em fazer um trabalho digno e respeitável como blogueiro. Sua audiência, posicionamento e conhecimento te trará muito mais recompensas do que dinheiro.

Me ocorreu um outro post…



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Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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