Serendipidade

Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso

Por Fabio Cipriani
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Aportuguesamento de Serendipity Ing. (1754) Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada por Horace Walpole, a partir do conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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    Atos Instintivos

    O que são “Atos Instintivos” ?
    Aqui estão sendo mostradas as fotos de Atos Instintivos.
     

    Showzinho básico

    28 fevereiro 2007

    Presença no show do Coldplay ontem a noite. Apesar da crítica da Folha de S.Paulo na edição impressa, o show não foi banal no meu ponto de vista.

    Gravei o vídeo de 10 músicas na íntegra. Pretendo colocar todas no YouTube. Por hora fique com uma delas: Yellow. Com direito até a bolas coloridas.

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    Encruzilhada do saber

    22 fevereiro 2007

    Cenário 1:

    Você trabalha todo dia no seu posto de trabalho. Não vê possibilidades de crescer no emprego. Acha oneroso mas se sente acomodado em travar, todos os dias, a mesma batalha.

    Cenário 2:

    Você trabalha e ganha dinheiro suficiente para sustentar sua família e se sente feliz e completo com isso. Não sente que é necessário buscar degraus mais altos porque sua vida está formidável.

    Chamei de a “Encruzilhada do Saber” o momento em que alguém decide ver TV ao invés de ler um livro técnico ou estudar um novo e curioso assunto. Ou a decisão de conversar com um colega de trabalho querendo explorar todo o processo da companhia em troca de deixar de lado o orkut, um copo de café regado com conversas paralelas ou mensagens improdutivas do MSN.

    Me sinto curioso em saber porque essas coisas nos dão prazer ao contrário dos temas que enobrecem e ajudam o crescimento do intelecto. Algo como se a encruzilhada fosse em um morro, onde o lado da subida é o lado “nerd”.

    Taí, de repente a nossa natureza (ou biologia) humana nos levou a esse mesmo buraco. Ou a sociedade é assim porque precisamos de pobres ou ignorantes para alimentar de grana os ricos ou astutos e tudo caminhou da maneira como conhecemos.

    Queria que alguém indicasse um caminho filosófico para encarar essas questões. Alguma sugestão?

    Amarrando o post anterior, fazer um blog com o objetivo de ganhar dinheiro em detrimento da qualidade ou fazer um blog… etc etc…

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    Sendo um bom e amável ser hospitaleiro

    21 fevereiro 2007

    A simpática Bia me pediu, alguns dias antes do carnaval, para que eu descrevesse como trato meus visitantes (aqui no blog).

    Já comecei tropeçando alguns dias de atraso na resposta, mas aqui vai o meu ponto de vista sobre esse laissez-faire em que nós blogueiros nos encontramos.

    Como via de regra de um blogueiro, eu procuro interagir com meus leitores, respondendo, enviando e-mails, batendo papo, quando o assunto/comentário seja pertinente ou requeira atenção. Comentários tipo: legal seu post ou fala-fala-e-não-diz-nada raramente são correspondidos.

    Se eu não respondesse nada, mudaria o título da minha página para “Cantinho ego-promotor do Fábio”, ou “Homepage do Fábio”. Sem mentiras e sem mascaras, esse aqui é o meu “Bloguinho omni-ego-promotor do Fábio e arredores”, portanto, uma sala aberta para confrontamento de egos, idéias, conversa séria e ficções.

    Ainda quando eu aprecio muito meus leitores, eu gostaria muito que existissem mais leitores não-blogueiros.

    Não sou blogueiro profissional, ou na termo técnico: problogger. Ganho trocados de visitantes aleatórios por vezes incautos, e não espero ganhar trocado de outros probloggers apesar de achar que se eles se organizassem (e já são muitos) daria para fazer uma corrente do mal! (para os pagantes). Imagina uma rede secreta com cem mil associados com regras de clicar em anúncios dos próximos ao menos 50 vezes por dia?

    Mas não acredito que isso seja possível porque a natureza humana reza contra esse tipo de coisa no estágio atual da nossa evolução.

    Um adendo:

    Para quem acha que redes de cliques não funcionam (e de fato não!), junte sua frustação num pote e jogue-o com toda força nos seus esforços em fazer um trabalho digno e respeitável como blogueiro. Sua audiência, posicionamento e conhecimento te trará muito mais recompensas do que dinheiro.

    Me ocorreu um outro post…

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    Bônus do dia.

    13 fevereiro 2007

    Bônus não, uma simples repassada.

    Vc deve no seu ingrêis e quer ficar por dentro dos temas de marketing que estão na “crista da onda*

    Leia a super compilação do Guy:

    1. Seth Godin
    2. Robert Scoble
    3. Peter Rojas
    4. Phillip Bodzenta
    5. Sharon Wienbar
    6. Pete Blackshaw
    7. Steve Rubel
    8. Dick Costello
    9. Bill Kircos
    10. Kelly Wagman
    11. Ross Mayfield

    * - todo consultor de negócios deve se manter na crista da onda.

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    Web 2.0 - Uma apresentação

    13 fevereiro 2007

    Você já está de SACO CHEIO de ouvir falar de web 2.0. Já sabe o que é e o que faz. Já leu mais de 20 vezes o conceito da bagaça na página da O’Reilly (tida como a autora do termo). MAS

    … ainda não sabe sua aplicabilidade e suas principais implicações em temas como streaming, messenger, VOIP, publicidade, marketing, entre outras áreas… não sabe que BLOGS são o ápice desse movimento…

    Não arranque seus cabelos.

    Leia a pesquisa da Universal McCann e depois fala comigo. Eu te escuto, porque isso aqui é web 2.0.

    p.s. desculpe. Não sou 2.0, sou 1.98 porque estou afogado em trampo e, sinceramente, devo demorar a responder seus comentários sempre pertinentes.

    p.s.2 desculpas sux.

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    Vinho que ama

    9 fevereiro 2007

    Brand AutopsySempre o fator design imperando nas inovações de produtos.

    A Brandweek apresentou uma matéria sobre uma nova marca de vinho chamada “Vinho que ama”

    Eu sou admirador de vinho. Especialmente o tinto e seco (todos). Mas confesso que muitas vezes, no momento de escolher um vinho desconhecido, o rótulo que mais me chama a atenção acaba sendo o escolhido.

    Criei na minha mente uma relação: Vinícola boa = tem mais dinheiro = rótulo de bom gosto.

    Então entra em cena o “Vinho que ama”. O design do rótulo é o grande atrativo da garrafa (veja foto).

    Vinho que ama frango assado
    Vinho que ama pizza…

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    Adicionando Serendipidade em seus produtos

    5 fevereiro 2007

    Copyright Kathy Sierra

    A Kathy Sierra postou no fim de janeiro este gráfico acima. Ela queria dizer que quando descobrimos algo inesperado e valioso podemos ficar surpresos e achar a descoberta muito agradável.

    Isso traduzido para produtos seria como no iPod Shuffle, a cada música uma descoberta que poderia ser a música que você estava querendo ouvir neste momento. A descoberta do acaso.

    Uma pena que ela não conseguiu trazer mais exemplos de produtos, mas seu método para estimular a serendipidade está mais incompleto que o meu, escrito em 2005.

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    Democratizando a Inovação

    1 fevereiro 2007

    Já que estamos falando de inovação nos últimos posts, fica registrado aqui o link para um livro (PDF) chamado “Democratizing Innovation” do grande mestre de inovação no MIT Eric Von Hippel.

    Encontrei este link num intercâmbio de posts (este é o meu) com o Blog da Fundação Certi de Santa Catarina.

    P.S. O professor Hippel também disponibilizou seu outro (e mais famoso) livro “The Sources of Innovation

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