Telemarketing, o Marketing nas Coxas

Cenário 2:
Toca o meu telefone celular.
Do lado de lá alguma pessoa se apresenta como sendo do Banco Real.
Eu me coloquei à inteira disposição, pois o Banco Real me liga quando existem potenciais problemas na minha conta.
A pessoa me pergunta se eu já conhecia o título de capitalização Real Mega Sonhos.
Eu disse que ela deveria saber que eu JÁ POSSUIA determinado serviço
Ela me perguntou então se era o de 15, 30 ou 60 reais.
Eu devolvi a pergunta perguntando que diferença isso faz.
Ela me ofereceu então a possibilidade de contratar um segundo plano.
Eu disse que se não fosse por outros motivos, eu cancelaria o meu Mega Sonhos e pensaria em fechar minha conta.

Resultado do Cenário 2:
O Telemarketing ativo continuou ineficiente. O passivo muitas vezes também. As empresas de call center sofrem com altos índices de turnover e não preparam seus operadores corretamente. O Banco Real além de quase perder um cliente, deixou o mesmo muito chateado por incomodar, via telefone celular (um instrumento particular e privativo), um de seus clientes mais fiéis (são quase 10 anos de conta).

Já passou da hora de as empresas redesenharem seus instrumentos de marketing e passar a integrar melhor suas bases de dados. É preciso parar de fazer marketing nas coxas. Alias, este é um bom tema de anti-heroismo, o Marketing nas Coxas – além de barato é ruim, faça já o seu…

A história acima é verídica
Veja também o Cenário 1



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2 Comentários Feed dos comentários »

  • Joao Rodrigo disse:

    Cipri, vai lá de fininho e corrige… é COXAS e não COCHAS…
    Comentando sobre o assunto, o grande problema é que banco só muda endereço, é tudo a mesma coisa. Faça como eu e só dê o telefone de casa – o qual eu não fico 90% do dia – e daí eles não incomodam tanto…

    Abraços!

    Responder esse comentário

  • Riesel disse:

    Parabens pelo blog.
    Isso não foi nada, pior foi a Brasiltelecom me ofercendo secretária eletrônica, redirecionamento,… Eu pouco sacana, disse que ela poderia ativar todos os serviços na minha linha analogica, a resposta foi um simples, desculpe mas não é possível.
    Isso sim é falta de informação.

    Responder esse comentário

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Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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