Cauda Longa em português e um exemplo

27 setembro 2006

Meu amigo Elton me indicou que o livro Cauda Longa já está com sua versão em português e vendendo nas melhores livrarias do ramo.

Se você sabe o que é (leu a Veja, Istoé, Exame, Época, ou qualquer outra revista recentemente), então você pode querer um exemplo de nicho ao extremo:

Lendo o blog do Seth, encontrei o Extreme Ironing. Quão nicho é isso? Resposta – fica nos confins da cauda longa.

Descobrir novos nichos e explorá-los com a ajuda da rede. O mais novo desafio para quem busca mais oportunidades de negócio.


Empresas (((?))) Varejo

27 setembro 2006

deloitte.comA Deloitte lançou hoje um estudo (em PDF) sobre posicionamento estratégico de empresas de alta tecnologia perante o varejo.

O relatório sugere que a indústria manufatureira de alta tecnologia deve se desenvolver em 4 áreas de especialização:

  1. Capacidade de inovar se orientando pelos consumidores.
  2. Desenvolver parcerias e/ou aprender a executar.
  3. Construir uma conexão próxima com o usuário final.
  4. Inovação baseada em serviços.

Vendo os últimos movimentos do mercado cada vez mais inserido no contexto da internet, estenderia as 4 áreas para qualquer indústria ligada intimamente com o varejo.

No 1o. ítem podemos ter comunidades virtuais ajudando no desenvolvimento de produtos e serviços. Vide minha última apresentação.

Para o 3o. ítem, um dos canais mais indicados para construir essa proximidade é o Blog Corporativo.

Aliás, acho que existe maneiras de alcançar o número 2 e 4 usando as comunidades virtuais e os blogs corporativos também. Idéias?


Trabalho, retrabalho, retrabalho…

26 setembro 2006

yotophoto.comFilosofias de um dia-a-dia atarefado em projetos.

Delegar atividades corretamente é muito importante. Importante demais.

Se você delega mal, ou seja, não explica detalhadamente o que precisa, não dá o suporte necessário antes de se retirar, não passa as diretrizes… enfim, não comunica corretamente o que deve ser feito, a coisa vai mal.

Vai mal e o retrabalho é certo.

Ainda assim, o retrabalho se divide em duas instâncias:

  • Incompetência própria – Você faz mal o seu trabalho e você mesmo tem que consertar. Isso afeta sua produtividade e interfere no seu desenvolvimento. Se delegarem mal a sua tarefa você também vai ter que trabalhar de novo no mesmo tema.
  • Incompetência de terceiros – Os outros fazem mal o trabalho e acaba para você o trabalho de retrabalhar. Atrasa sua agenda e atrapalha projetos. Pense nisso quando for delegar atividades.


Quantidade versus qualidade

21 setembro 2006

Em meu leitor RSS tem uma pancada de blogs interessantes. Nacionais e internacionais. Hoje percebi o quanto os blogs americanos gostam de quantidade, prezando super pouco para a qualidade.

De 10 posts 1 acerta. Parece uma busca frenética por posts dos quais muitas vezes não se tira uma frase proveitosa. Assim como nos seriados de TV, que lá são produzidos em massa, e de vez em quando surge um Lost da vida.

Prefiro os brazucas, como o CarreiraSolo ou o Fabio Seixas, não esse Seixas, o qual não conheço ainda. Poucas (em comparação) e sábias palavras.


Quão criativo é isso?

20 setembro 2006

springwise.com

http://www.d-barcode.com/


Semana da Computação 9.0

19 setembro 2006

palestra_semcomp.jpg

É com muita satisfação que estarei, no próximo dia 21 de setembro, na minha “terra natal universitária”. Lá na USP – São Carlos estará acontecendo esse tradicional evento anual que busca trazer para dentro da universidade temas relacionados com o mercado e o desenvolvimento científico.

O tema da minha palestra será:
Comunidades Virtuais e seus impactos nos negócios, no mercado e nos costumes dos clientes.

“Os clientes e o mercado ganharam mais poder de discernimento com a consolidação da Internet. Com as comunidades virtuais eles passaram a pensar coletivamente e fazer escolhas democráticas mais acertadas sobre produtos ou serviços de uma determinada empresa. Nesta palestra vamos entender como os consumidores ganharam esse conhecimento, e descobrir quais os principais impactos na forma de as empresas se relacionarem com o mercado.”

Veja os slides aqui. (PDF – 1,8M)

Veja outros posts sobre comunidades virtuais e blogs corporativos aqui.


Fazendo Marketing Viral acontecer…

13 setembro 2006

Regra #1: Seja interessante
Regra #2: Faça as pessoas felizes
Regra #3: Ganhe confiança e respeito
Regra #4: Facilite

Minimicro trecho do livro “Word of Mouth Marketing” de Andy Sernovitz (que página pessoal horrível para um marketeiro).

Confira também as 10 melhores técnicas de mkt de guerrilha – do mesmo.


Adoramos comunidades porque somos parecidos…

11 setembro 2006

yotophoto.com…muito mais parcidos uns com os outros do que vocês imaginam.

Estou preparando uma palestra sobre comunidades virtuais para apresentar na USP em São Carlos no próximo dia 21/09. O tema principal parte do princípio de que somos seres humanos porque somos sociáveis, e a partir daí cito alguns nomes e exemplos antes de classificar as características das comunidades virtuais.

Passando por nomes como Howard Rheingold, o pai do termo “comunidade virtual”, e pelo filósofo espanhol Fernando Savater, chegamos a Donald E. Brown e sua lista de universais humanos.

Essa lista é fantástica, a conheci por meio do livro Tábula Rasa de Steve Pinker (o qual coincidentemente está citado na revista Veja desta semana).

Nela você vai conhecer aspectos humanos que são encontrados em todos os povos que se tem registro, mesmo povos mais antigos.

Olhe uma parte da lista neste link e tire suas próprias conclusões.


Leituras que valem a pena #18

4 setembro 2006

Pursuit of Luck | Tom Peters
O guru nos fala sobre como alcançar mais “sorte” em seus negócios. (PDF)

Clarity: Marketing’s New Task | Tom Asacker
Mudança no costume dos consumidores na era atual de consumo. (PDF)

Small Business 2.0 | Stephanie Diamond
Por meio de seu blog, “The Marketing Message Blog”, faça download de seu e-book apresentado acima. Boas idéias.

Menção honrosa:

Educators Corner | Universidade de Stanford
Neste portal é possível assistir diversas e diversas palestras de especialistas de Marketing, Finanças, Inovação, Gestão, e muitos outros assuntos. Além de podcasts, dicas de livros e artigos.


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Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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