Código que não vale 20
A opinião de Luiz Felipe Pondé na Folha de S.Paulo do dia 19 de julho do mês passado não poderia ser mais divertida:
“[...] O “Código Da Vinci” apresenta características que o tornam interessante pra muita gente semiletrada -mas que não sabe que é semiletrada e se considera “crítica”. O livro fala mal da Igreja Católica, e falar mal da igreja é o único “preconceito crítico”. Apresenta a Idade Média de forma infantil, como um período no qual se queimavam mulheres inteligentes todos os dias (o que é idiota e falso historicamente; os comunistas devem ter matado mais mulheres, mas o repertório semiletrado sobre a Idade Média é construído por Hollywood).[...]“
Eu também falo do livro e do filme. O que o deixa mais valorizado ainda pois, segundo meu editor, o que vende livro não é publicidade, é boca-a-boca.
Não li o livro, mas vi o filme. Concluí rapidamente no final do “enclichezado” filme que o que move toda a trama é uma vagina. Mais um ponto para os “temas atrativos” da obra.
Uma divertida aventura. Só.
Tags: livro, publicidade
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até onde fomos enganados? o energumeno
que pergunta isso, ao menos acreditou
algum dia???
Outro ponto de grande relevância é o
seguinte: como as pessoas nao acreditam
em um livro tao coeso e histórico como a
Bíblia e têm essa forte pré-disposição
de acreditar um pequeno livro fantasioso
de best-seller que foi lançado há um ano
atrás?
O livro é PURA FICÇÃO!
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Acho complicado criticar algo que nem se conhece (“não li o livro, mas vi o filme.”). Qualquer pessoa sabe que nenhum filme é igual ao livro. É humanamente impossível.
Sim, o livro é ficção. Isto está escrito nas primeiras páginas dele, inclusive. Já se escreveu ficção sobre amores, ciências, teorias (…) e ninguém nunca reclamou. Talvez incomode tanto por ir de encontro ao que ninguém gosta de questionar.
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Fixão ou não… Eu, particularmente, esperava mais do filme. Mas, assim como o autor do post, nem perdi meu tempo lendo o livro. Tendo posto que o filme (uma mídia mais fácil) não me agradou… Quem dirá aquele sem-fim de páginas!!!
Trama chata, mistérios sacais, reviravoltas desnexas!!
Num contexto religioso que, da mesma forma, alfineta a igreja católica, mas muito de uma forma mais hollywodiana e mais bacana está o “Stigmata”!! Esse sim: interessantíssimo!! Na minha singela opinião…
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