Código que não vale 20

yotophoto.comA opinião de Luiz Felipe Pondé na Folha de S.Paulo do dia 19 de julho do mês passado não poderia ser mais divertida:

“[...] O “Código Da Vinci” apresenta características que o tornam interessante pra muita gente semiletrada -mas que não sabe que é semiletrada e se considera “crítica”. O livro fala mal da Igreja Católica, e falar mal da igreja é o único “preconceito crítico”. Apresenta a Idade Média de forma infantil, como um período no qual se queimavam mulheres inteligentes todos os dias (o que é idiota e falso historicamente; os comunistas devem ter matado mais mulheres, mas o repertório semiletrado sobre a Idade Média é construído por Hollywood).[...]“

Eu também falo do livro e do filme. O que o deixa mais valorizado ainda pois, segundo meu editor, o que vende livro não é publicidade, é boca-a-boca.

Não li o livro, mas vi o filme. Concluí rapidamente no final do “enclichezado” filme que o que move toda a trama é uma vagina. Mais um ponto para os “temas atrativos” da obra.

Uma divertida aventura. Só.



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3 Comentários Feed dos comentários »

  • Danilo Lima disse:

    até onde fomos enganados? o energumeno
    que pergunta isso, ao menos acreditou
    algum dia???
    Outro ponto de grande relevância é o
    seguinte: como as pessoas nao acreditam
    em um livro tao coeso e histórico como a
    Bíblia e têm essa forte pré-disposição
    de acreditar um pequeno livro fantasioso
    de best-seller que foi lançado há um ano
    atrás?
    O livro é PURA FICÇÃO!

    Responder esse comentário

  • Mariana disse:

    Acho complicado criticar algo que nem se conhece (“não li o livro, mas vi o filme.”). Qualquer pessoa sabe que nenhum filme é igual ao livro. É humanamente impossível.

    Sim, o livro é ficção. Isto está escrito nas primeiras páginas dele, inclusive. Já se escreveu ficção sobre amores, ciências, teorias (…) e ninguém nunca reclamou. Talvez incomode tanto por ir de encontro ao que ninguém gosta de questionar.

    Responder esse comentário

  • Gustavo disse:

    Fixão ou não… Eu, particularmente, esperava mais do filme. Mas, assim como o autor do post, nem perdi meu tempo lendo o livro. Tendo posto que o filme (uma mídia mais fácil) não me agradou… Quem dirá aquele sem-fim de páginas!!!

    Trama chata, mistérios sacais, reviravoltas desnexas!!

    Num contexto religioso que, da mesma forma, alfineta a igreja católica, mas muito de uma forma mais hollywodiana e mais bacana está o “Stigmata”!! Esse sim: interessantíssimo!! Na minha singela opinião…

    Responder esse comentário

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Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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