A opinião de Luiz Felipe Pondé na Folha de S.Paulo do dia 19 de julho do mês passado não poderia ser mais divertida:
“[...] O “Código Da Vinci” apresenta características que o tornam interessante pra muita gente semiletrada -mas que não sabe que é semiletrada e se considera “crítica”. O livro fala mal da Igreja Católica, e falar mal da igreja é o único “preconceito crítico”. Apresenta a Idade Média de forma infantil, como um período no qual se queimavam mulheres inteligentes todos os dias (o que é idiota e falso historicamente; os comunistas devem ter matado mais mulheres, mas o repertório semiletrado sobre a Idade Média é construído por Hollywood).[...]“
Eu também falo do livro e do filme. O que o deixa mais valorizado ainda pois, segundo meu editor, o que vende livro não é publicidade, é boca-a-boca.
Não li o livro, mas vi o filme. Concluí rapidamente no final do “enclichezado” filme que o que move toda a trama é uma vagina. Mais um ponto para os “temas atrativos” da obra.
Uma divertida aventura. Só.








