Está quebrado…

30 agosto 2006

thisisbroken.com…este é o tema de um dos meus blogs preferidos. Todos os dias são apresentados exemplos de problemas de empresas, locais, produtos ou serviços que ocorrem porque a mentalidade operacional é: “faço a minha parte e o resto que se f***”, ou “isso não é minha culpa”. Como resultado, por culpa da omissão de alguém, a empresa acaba pagando o mico.

Os processos de uma empresa passam na mão de muitas pessoas até ser finalizado. Não é algo que deve ficar simplesmente “largado”. Quanto maior a interdependência, mais chances de ter seu resultado “quebrado”.

Essa quebra pode irritar, espantar ou mesmo confundir seus clientes.

Exemplo da vida real:

Semana passada estava comprando uma super TV para dar como presente de casamento a um amigo que mora em Vila Velha no Espírito Santo. Ele mora longe, e o frete prometia a TV para 7 dias úteis somados com o tempo para o dinheiro cair na conta do Submarino.

Fiz as contas para chegar a tempo e comprei com débito em conta, prometido em 1 dia útil, perfazendo 8 dias no total. 1 dia útil é o informado ANTES da compra.

Depois da compra, na telinha de número do pedido (uma pena não ter capturado), a informação era de que o pagamento seria confirmado em 3 dias úteis.

E o pior, no email recebido pela empresa, a informação era de que a confirmação de pagamento levaria 2 dias úteis…

Está quebrado…

Ou a frase de um amigo: “Os gatos e os lobos são da mesma família: Todos têm pelos”

Está quebrado…

Veja o vídeo do (de novo) Seth sobre o assunto.


(A verdadeira) demanda dos clientes

28 agosto 2006

No post anterior postei um gráfico que obtive no Blog da Tecnisa. Ele mostrava a evolução das demandas dos consumidores, mas com conteúdo interpretado por uma empresa.

Seth Godin discorda de alguns pontos e nos conta o que os clientes realmente querem:

  • O mesmo que todo mundo tem, mas diferente
  • Um menu onde os preços não são os mesmos
  • Mais atenção que a pessoa sentada ao lado
  • Um preço ligeiramente menor que o de todo mundo
  • Um novo modelo momentos antes que todo mundo, mas só se todo mundo realmente for gostar dele
  • Uma entrada em um cinema já lotado
  • Acesso ao melhor serviço ao cliente de uma loja, de preferência ao dono
  • Serem tratados melhor, mas não muuuuito melhor
  • Serem notados, mas não tãããã notado
  • Estarem certos

Eu incluiría:

  • Participar da criação de um produto ou serviço
  • Conversar abertamente com uma empresa
  • Espalhar uma idéia interessante
  • Não serem confundidos

Amanhã eu conto uma história sobre ser confundido.

E já que a responsabilidade social gera polêmica, leiam meu post sobre o assunto.


Evolução das demandas do consumidor

26 agosto 2006

Tecnisa

Fonte: Blog da Tecnisa.


Criando vantagem competitiva

21 agosto 2006

yotophoto.comReservo sempre alguns artigos que leio para divulgar o meu “Leituras que valem a pena” aqui no blog, mas este artigo da BusinessWeek me chamou muito a atenção por conter idéias “fora da caixa” para se destacar à frente de seus concorrentes.

O artigo discorre sobre 5 estratégias partindo do ponto que as experimentações devem ser feitas sem medo de ser feliz, com audácia. São elas (vou só enumerá-las, leia detalhes e exemplos reais no artigo):

  • Não seja apenas grande, seja único;
  • Para que competir? Crie novos mercados;
  • Seja obsessivo com clientes, não com rivais;
  • Devolva com a qualidade com que recebe ajuda;
  • Personalize e envolva seus clientes ao máximo;
  • Mantenha-se faminto e motivado.


O Carnaval dos extremos

16 agosto 2006

Adaptado do Google Blogoscoped

Comentários sobre outros extremos? Muito perda de tempo este post? Comentários abertos.


Filtrar e agir

10 agosto 2006

Uma coisa é entender que estamos imersos em um mar de informação disponível ao alcance de um clique, e que precisamos “peneirar” bem o que vemos pela frente.

Mas a metodologia pode ir um pouquinho mais além quando falamos de uma campanha de marketing, um plano de ação para um projeto, ou mesmo em um planejamento estratégico de primeira.

Absorver => Filtrar => Analisar => Interpretar => Confrontar => Criar => Projetar => Propor => Verificar => Ajustar => Implantar => Mensurar => Acompanhar => Aprender => (Retorno ao começo)…


Código que não vale 20

8 agosto 2006

yotophoto.comA opinião de Luiz Felipe Pondé na Folha de S.Paulo do dia 19 de julho do mês passado não poderia ser mais divertida:

“[...] O “Código Da Vinci” apresenta características que o tornam interessante pra muita gente semiletrada -mas que não sabe que é semiletrada e se considera “crítica”. O livro fala mal da Igreja Católica, e falar mal da igreja é o único “preconceito crítico”. Apresenta a Idade Média de forma infantil, como um período no qual se queimavam mulheres inteligentes todos os dias (o que é idiota e falso historicamente; os comunistas devem ter matado mais mulheres, mas o repertório semiletrado sobre a Idade Média é construído por Hollywood).[...]“

Eu também falo do livro e do filme. O que o deixa mais valorizado ainda pois, segundo meu editor, o que vende livro não é publicidade, é boca-a-boca.

Não li o livro, mas vi o filme. Concluí rapidamente no final do “enclichezado” filme que o que move toda a trama é uma vagina. Mais um ponto para os “temas atrativos” da obra.

Uma divertida aventura. Só.


Nova ferramenta para negócios

4 agosto 2006

Antes da internet era muito difícil obter informações precisas e atualizadas sobre mercado, métodos, teorias, culturas e qualquer outro aspecto importante para desempenhar um bom marketing, uma boa gestão ou aprendizagem.

Nesse tempo a empresa usava a ESPONJA como ferramenta para absorver o máximo de informação possível para usar no seu dia-a-dia operativo.

Depois da internet passamos a ter uma abundância exagerada de informação e a possibilidade de buscá-la na ponta do mouse ou ao clique de um enter.

Hoje a empresa jogou fora a esponja, e passa a usar uma PENEIRA para encontrar o que necessita em meio ao caos de informações no qual nos encontramos.

serendipidade.com


Salve o tricolor paulista!

3 agosto 2006

folha.uol.com.br


Leituras que valem a pena #17

1 agosto 2006

Must Read Business Books | Nettie Hartsock
A jornalista Nettie escreve um blog que fornece resenhas de livros de negócios badalados lá fora.

Eight Tips for Better Brainstorming | BusinessWeek
Oito dicas para obter um melhor brainstorm de idéias.

Doing Business 2006 | World Bank & International Finance Corporation
Um relatório anual e completo (em PDF) que investiga mudanças nas regulações do governo e economia que ajudam ou bloqueiam os negócios, e faz uma comparação compreensiva entre 155 países do mundo. Em uma das tabelas é mostrado que o Brasil está em 119o. lugar na lista dos países onde é mais fácil desenvolver o seu empreendimento.


Capacidade de fazer descobertas importantes por acaso


Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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