Algum tempo atrás estávamos falando sobre o que é uma Gestão e o que é uma InGestão nas empresas. Hoje quero trazer a conversa para o lado de gestão de projetos.
A gestão de projetos conta com um respeitado instituto chamado PMI (Project Management Institute), como um tipo de tutor para formar profissionais competentes na disciplina de liderar e manter os integrantes de uma equipe de projeto “on schedule”, isto é, dentro do cronograma proposto, e com uma qualidade exemplar.
O que acontece é que, apesar do curso ser extenso e complexo, e trazer uma formação compreensiva, as pessoas (gerentes de projeto) querem ter controle absoluto de todos os detalhes, de todas as frentes (e lados) do projeto. Para isso demandam relatórios de status, planilhas de issues, planilhas de riscos e uma série de outros documentos/termos “híbridos” da língua corporativa.
E a equipe passa 1/3 do projeto fazendo planilhas e reuniões de acompanhamento.
Aí chega algum guru de administração e diz que tudo está errado, e que o correto é simplificar e dar liberdade, e tudo começa de novo, onda após onda, moda após moda. Alguns bolsos se esvaziam e outros enchem.
Essa é a vida.





