A velha e conhecida máxima…

Todo mundo conhece aquela velha história de “não reinventar a roda e fazer da maneira que dá certo”. Acredito piamente que isso seja mais parecido com “no mundo nada se cria… etc.” do que com algo que leve os méritos por conseqüência da restrição de conhecimento.

É algo assim: Como consultor às vezes utilizo as ferramentas desenvolvidas por pesquisadores e professores de Harvard, Oxford, etc. Não invento moda em torno disso, apenas adapto para a realidade nacional. Aí vc se sente restrito a “copiar” a idéia de certa forma, e se sente inspirado e cheio de idéias para desenvolver… mas PARE! Você deve fazer o que é reconhecido pelo mercado. Você fica amarrado se quiser, se você for inovador a recompensa virá, mas o ambiente é importante.

No final, o mercado não produz (quase) nada, só os acadêmicos que vivem para tal e ganham para isso. Aí aparecem pessoas como Jack Welch, que era um presidente, um lider, e só depois que ele esteve no topo é que se dá crédito.

Acabei escrevendo demais. Eu só queria colocar a revista BusinessWeek ao lado da revista Exame para refletir. Só a imagem… o conteúdo é outra história, e deixo para que vocês descubram.

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1 Comentário Feed dos comentários »

  • Carlos Alberto Tinoco Bezerra Brandão Júnior disse:

    Estava vagando pelo mundo virtual e me deparei com vosso comentário e achei muito interessante e bem escrito. Eu sou um formando em administração pela AESO/PE e gostaria só de acrescentar o seguinte a V.Sa:

    -Infelizmente vivemos num mundo cheio de preconceitos e de protocolos. Por mais criativo e persistente que sejamos, se você não fundamentar (copiar) métodos ditos como bons e esperados dentro de sua profissão, sua credibilidade será questionada e por inúmeras vezes será reprovado ou não contratado só porque você sabe ou queria fazer diferente, então qual a solução? No meu conhecimento ainda ascendente,eu acho que é preciso seguir protocolos sim, porém não pra sempre. Quando chegarmos a um nível respeitável de credibilidade aí sim, devemos mostrar toda nossa criatividade. Infelizmente as coisas são assim. Eu não estou dizendo que é a única forma, só esto querendo atentar que existe um momento certo pra ser criativo e isso não deve ser usado todo tempo.

    Atenciosamente,

    Carlos Brandão Júnior

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Aportuguesamento de Serendipity. Palavra formada por Serendip ou Serendib (do árabe Sarandíb), antigo nome do Sri Lanka, + sufixo -ity, palavra criada em 1754 por Horace Walpole no conto de fadas Os três príncipes de Serendip, cujos heróis sempre faziam descobertas acidentalmente ou por sagacidade de coisas que não procuravam

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