O que anda com você o dia todo?
(ou pelo menos a maior parte dele)
No Brasil mais de 170 milhões de pessoas diriam: Calça, bermuda, tênis, chinelo, camiseta, relógio, carteira, mochila, e outros ítens de vestuário e acessórios.
Algum número próximo de 80 milhões de pessoas diriam, além de alguns dos apetrechos acima, que o aparelho celular está junto a maior parte do dia.
Quase metade.
E quando passamos muito tempo com alguma coisa junto com a gente, essa coisa não pode nos incomodar, fazer mal, atrapalhar, ou não trazer nenhum fruto ou benefício. Sendo assim, jogaríamos essa coisa fora.
Se a coisa é uma camiseta que fica espetando ou apertando, tiramos ela fora.
Se a coisa é um chinelo com a cinta arrebentada, tentamos trocar por outro ou consertar.
Se a coisa é um celular com a conta errada, clonado ou sem rede, trocamos de operadora.
Recado:
O cliente deve ser bem tratado. Eles passam o dia todo com o aparelho perto deles, faz parte da vida deles.
O celular presencia o que agrada as pessoas, o que irrita, o que as deixam felizes, o que as deixam tristes, qual a cor preferida, qual a música preferida. Ele precisa estar em harmonia conosco. Trocar de operadora é muito fácil.
O mercado tem muito potencial. As pessoas querem algo que corresponda a cada uma das suas necessidades íntimas. Esse é o mapa da mina.








